terça-feira, 2 de novembro de 2010

Menina de 9 anos grávida de gêmeos terá que abortar

Mais um triste CASO ABSURDO de abusos contra crianças (pedofilia) e que deixa cruéis seqüelas para toda a família da garota que ainda tem idade de criança.
A família solicitou o aborto diante dos riscos que foram levantados pela equipe médica que cuida do caso.
Leia matéria abaixo:
A menina de 9 anos grávida de gêmeos vai interromper a gravidez. A informação foi divulgada no sábado (28) em nota do hospital onde ela está internada, no Recife.
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Foto: Alexandro Auler/JC Imagem/AE
O padrasto da menina foi preso na quinta-feira (26) em Alagoinhas (PE), onde a família vivia, quando se preparava para fugir para a Bahia. Ele seria o pai do gêmeos que ela está esperando.
Segundo a polícia, a menina sofria violência sexual desde os 6 anos. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos.
Segundo nota do hospital, a criança encontra-se na enfermaria onde ficam mulheres que têm gestação de alto risco. Ela é acompanhada por uma equipe de médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais.
Os médicos classificam a gestação da menina como de alto risco, pela idade e por ser de gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gestação, situação que é prevista em lei diante do risco que a menina corre.
Violência
Segundo a polícia, gravidez foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, em Pesqueira (PE). No hospital, os médicos descobriram que a garota estava na 16ª semana de gestação.
De acordo com a polícia, a mãe não sabia dos abusos sofridos pela filha, que só teria contado sobre os abusos depois da descoberta da gravidez.
Leia abaixo a nota do hospital:
“Sobre o caso da criança de nove anos vítima de estupro, o IMIP esclarece:
  1. A criança encontra-se internada na enfermeira de gestação de alto risco acompanhada da sua genitora.
  2. Uma equipe multidisciplinar (médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais) está dando toda a assistência necessária.
  3. A família da criança solicitou a interrupção da gestação.
  4. Como se trata de uma situação prevista em lei e diante do risco que corre a paciente, o IMIP acatou o pedido da família.
  5. A direção do IMIP faz um apelo à mídia em geral no sentido de continuar a preservar a identidade e a privacidade da criança e da sua família.
Fonte: G1
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