BIZARRO VOCE AINDA NÃO VIU NADA!!!

AQUI VOCE VAI VER BIZARRISES DA NET.

UM BLOG DIFERENTE....

A IDÉIA E INTETRERIMENTO...SACEI SUA CURIOSIDADE....

MACABRO E REAL...

COISAS TERRÍVEIS QUE ACONTECEM NO MUNDO...

CURIOSIDADES

ARTE CULTURA NOTÍCIA COISAS PROIBIDAS E ETC.....

INSANIDADES

HUMOR, NOTÍCIAS, MENSÕES HONRRONSAS, FOTOGRAFANDO...

Mostrando postagens com marcador ASSASSINOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ASSASSINOS. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de novembro de 2013

ASSASSINO.

Dennis Lynn Rader (09 de março de 1945) é um assassino em série estadunidense, que matou 10 pessoas no Condado de Sedgwick (e em torno de Wichita, Kansas), entre 1974 e 1991. Foi preso em 2005. Ele é conhecido como O Assassino BTK (ou O Estrangulador BTK). “BTK” significa “Bind, Torture, Kill”, que quer dizer “Amarrar-Torturar-Matar” que eram iniciais do padrão de ataque que fazia parte da sua infame assinatura. Ele está cumprindo 10 penas de prisão perpétua consecutivas na “El Dorado Correctional Facility”, em Kansas, a data mais próxima de ser libertado seria em 26 de fevereiro de 2180 (no caso, só se ele fosse imortal para cumprir =D).

                                                                         História:


Vida Pessoal:

Filho mais velho de todos os irmãos e filho de William Elvin Rader e Dorothea Mae Cook. Quando criança, costumava torturar animais. Em 1957, foi confirmado como membro da Igreja Lutherana. Casou-se com Paula Dietz e teve dois filhos. Se graduou como Bacharel em Administração e trabalhou numa assembléia para a companhia “Coleman”.
Início:
Em 1974, na pequena cidade de Wichita, no interior do estado do Kansas, nos EUA, Dennis Rader, um aparente tranquilo e pacato funcionário público municipal e chefe escoteiro, iniciava uma carreira assustadora de assassinatos em série, marcados por uma frieza e sadismo impressionantes. Auto-intitulado BTK (Bind-Torture-Kill) que quer dizer “Amarrar-Torturar-Matar”, o assassino ridicularizou as autoridades policiais com pistas e cartas endereçadas à mídia, além de reivindicar autorias de crimes, dizendo como eram seus crimes e como os fazia, descrevendo-os friamente criando uma atmosfera de terror e medo na pequena Wichita. BTK matou pelo menos 10 pessoas. Frio, calculista e dono de uma mente doentia, fazia de seus crimes, verdadeiras alegorias de crueldade e loucura, como por exemplo, amarrar bonecas nos corpos das vítimas.
Depois de 1991 ele ficou em “hiatos”, não se sabe o porque de Dennis Rader ter parado de matar a partir desta data, ele começou a trabalhar como “Homem da Carrocinha” e usava armas com tranquilizantes para pegar os cachorros das ruas, inclusive se envolvendo em alguns problemas com donos de alguns cachorros que sumiram de certas residências, e afirmaram que Rader sacrificava animais sem motivo algum. Rader foi preso em 26 de fevereiro de 2005, pelo Chefe de Polícia de Wichita, Norman Willians, quando, friamente e sem demonstrar arrependimento, assumiu ser o temido assassino BTK, assim sendo acusado de oito homicídios em 1º grau e outros dois homicídios relacionados ao BTK.

Vítimas:

Joseph Otero, 38 anos:
Joseph foi estrangulado por Rader no dia 15 de janeiro de 1974, juntamente com sua esposa Julie e dois de seus cinco filhos. Eles eram os únicos que estavam na casa no momento em que Rader a invadiu com uma arma, os outros estavam na escola. Rader mandou todos irem para um quarto onde ele os amarraram. A idéia era matar Joseph primeiro, amarrando um saco na sua cabeça. Joseph fez buracos no saco, mas Rader conseguiu estrangulá-lo, com uma meia-calça.
Nessa imagem mostra o corpo de Joseph, da cintura abaixo:


Julie Otero, 34 anos:
Julie foi a segunda vítima a morrer. Rader afirmou que ficou surpreso pelo esforço e tempo que teve para cumprir o estrangulamento. Sua primeira tentativa de estrangulamento não funcionou, pois Julie reviveu instantes depois. A segunda tentativa foi bem sucedida. Ela pediu para que ele não matasse os filhos e lhe disse: “Que Deus tenha piedade de sua alma.”
Aqui está Julie na cama:


Joseph Otero, Jr:
Joseph Jr tinha apenas nove anos quando Rader o estrangulou e o sufocou em seu quarto.
Josephine Otero:
Josephine tinha onze anos de idade. Rader tentou estrangulá-la primeiro, em seguida, a levou para o porão da casa depois que ela reviveu. Lá, ele amarrou uma corda em volta de seu pescoço e a pendurou em um tubo no porão. Em seguida, ele ejaculou em suas pernas e em utras partes do corpo. O DNA que foi deixado, combinou com os de outras cenas de crime de Rader.
Kathryn Bright, 21 anos:
Kathryn foi amarrada e esfaqueada até a morte no dia 4 de abril de 1974. Ela morreu no hospital horas depois. O irmão de Kathryn, Kevin, foi baleado na cabeça, porém sobreviveu.
Feridas no corpo de Kathryn:


Foto na cena do crime, de Kevin Bright, baleado na cabeça:

Shirley Vian, 24 anos:
Shirley foi encontrada amarrada e enforcada em sua cama, com um plástico sobre a cabeça. Ele amarrou uma corda em volta de seu pescoço, mãos e pés. Vivian tinha três filhos, mas eles não sofreram nenhuma lesão, pois foram trancados no banheiro. Numa carta que Rader enviou a policia, ele contou que o filho mais novo (5 anos) de Shirley, foi quem tinha o deixado entrar, e enquanto matava a moça, foi interrompido por um telefonema.
Foto das pernas de Shirley amarradas:

Foto do banheiro que Rader manteve os filhos:


Nancy Fox, 25 anos:
No dia 08 de dezembro de 1977, Rader invadiu o apartamento de Nancy pela uma janela e esperou que ela voltasse do trabalho. Ele disse que só iria estuprá-la e a amarrou na cama. Em seguida, ele a estrangulou com uma corda. Seu sêmen foi deixado em uma camisola, que foi encontrada ao lado de seu corpo.
Nacy na cama:

Marine Hedge, 53 anos:
Foi sequestrada de sua casa no dia 28 de abril de 1985, em Park City, no Kansas. Tendo seu corpo encontrado oito dias depois, estrangulado. Uma meia calça foi encontrada perto de Marine, e ela morava na mesma rua que Rader. Só em 2005 este caso foi relacionado aos crimes do BTK.
Vicki Wegerle, 28 anos:
Rader invadiu a casa de Vicki no dia 16 de setembro de 1986. Então ele a atacou e a estrangulou com uma meia-calça, depois que ela tentou lutar contra ele. Depois de ter matado Vicki, ele tirou fotos dela.
Foto de Vicki morta no chão:

Meia-calça usada para estrangular Vicki:


Dolores Davis, 62 anos:
Como de costume, Foi sequestrada e estrangulada. Foi encontrada estrangulada 13 dias depois embaixo de uma ponte. Ela tinha seus braços, mãos e pés amarrados por uma meia calça.
Rader também costuma passar o tempo fazendo “coisas”, e sim, coisas doentias, como reencenar alguns de seus assassinatos, e planejar outros. Confira:
Rader deitado na cova que ele cavou para Dolores:

Foto de Rader tirada no porão de seus pais, com os pés e as mãos amarradas, e usando roupas roubadas de Dolores:

Enrolado por plástico e amarrado em uma cova:

Amarrado em diferentes tipos de fitas, vestindo roupas roubadas de Kathryn e Josephine:


Pendurado em uma árvore, amarrado com corda e fitas. Vestindo roupas roubadas de Josephine:



Enrolado com plástico e fita adesiva, em uma igreja que ele frequentava:

Ele também planejava alguns de seus assassinatos, em desenho:





Condenação:

Dennis Rader pegou 10 sentenças de prisão perpétuas, na época de seus crimes o estado de Kansas ainda não tinha a pena de morte. Os parentes de suas vítimas foram todos ao julgamento dele, incluindo o filho de Shirley Vian que escutou e viu sua mãe morta por ele. Eles lamentaram não ver a pena de morte. A esposa de Rader conseguiu o divórcio com ele logo depois da prisão do mesmo. Seus vizinhos custaram a acreditar que ele era o BTK. Existem controvérsias quanto ao número de vítimas de BTK, muitos casos antigos e sem solução tiveram ligações com a maneira que ele matava suas vítimas. Mas nada disso foi confirmado. Segundo opsiquiatra forense Dr. Michael Stone, da Universidade de Columbia, criador do Índice da Maldade, Dennis Rader tem todos os quesitos para ser qualificado como ranking 22. O ranking máximo. Como torturador e assassino que sente prazer em torturar.

No Cinema:

Em 2005, após a sua prisão e confissão, Dennis Rader teve a sua monstruosa carreira retratada no cinema, através do filme Hunt for the BTK Killer, dirigido por Stephen T. Kay e estrelado por Robert Forster e Gregg Henry.
Eis aqui o filme:





quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Assassinas A fera da Penha-RJ




Esse caso chocou o Rio de Janeiro na década de sessenta,era uma época em que a violência não era tão evidente e as pessoas ainda podiam confiar em estranhos deixando-os entrarem em suas casas.
Um crime cometido por inveja,vingança e um coração muito,muito partido,pessoas fora de si são capazes de cometer loucuras para sanar uma impetuosidade momentânea,conheçam a história da Fera da Penha,um dos casos de sequestro que mais chocou o país na década de 60.



Neide Maia Lopes a fera da Penha
Antonio a esperava na saída do trabalho quase todos os dias e a relação dos dois foi ficando cada vez mais séria,até que um dia enquanto Neide saia para almoçar encontrou com um amigo de seu amante e o mesmo lhe disse que Antonio era casado e tinha duas filhas.
Neide não acreditou,mas mesmo assim perguntou para o seu amante que negou tudo.
Ainda não satisfeita depois de um tempo voltou a perguntar e Antonio irritado passou seu endereço a Neide acreditando que ela jamais conferiria se era verdade,mas ledo engano Neide não apenas confirmou o endereço como se tornou amiga da mulher de Antonio e a partir daí teve inicio a sua obsessão.
Passado algum tempo Neide engravidou e contou ao amado que não gostou muito da ideia,sugerindo que ela abortasse a criança,mas como Neide não quis,ele passou a evitá-la quase não se encontrando mais com ela,mas um dia Antonio apareceu e a convidou para ir a casa de um amigo,ela estranhou a amabilidade mas mesmo assim entrou no carro e foi,mas acabou desmaiando devido ao cheiro de alguma substancia forte e quando acordou,estava sentindo fores dores e estava sangrando,Antonio a havia levado a uma clinica de aborto.
A partir desse momento o ódio se juntou a obsessão de Neide e ela decidiu que se vingaria.
Um dia ela liga para escola de Taninha,filha de Antonio,se passando pema mãe da pequena,dizendo que precisaria ir ao médico e que uma vizinha pegaria a garotinha na escola,Neide chegou na escola se dizendo chamar Odete e levou a criança embora.
A mãe de Taninha, Nilza ,nesse dia foi levar um lanche para a filha e a diretora estranhou quando a mãe chegou na escola,porque havia ligado dizendo que iria ao médico e assim que soube o que havia acontecido correu para a 24°DP para dar queixa do desaparecimento da filha.


Taninha filha de Antonio e Nilza
Não passou pela cabeça dos pais que a criança poderia estar com Neide.
Nesse mesmo dia as 16:00 um radialista chamado Saulo Gomes,foi avisado e noticiou o sequestro da menina Taninha.
Neide aquela hora tinha acabado de comprar pirulitos e água para a menina e a estava levando em direção há um apartamento de uma amiga,que não sabia de nada do que estava acontecendo.
Neide decidiu ligar para a família e avisar sobre o sequestro,mas ninguém conseguiu reconhecer sua voz.

Nesse mesmo dia Neide ficou com a garota na casa da amiga até as 20 hrs,depois saiu com a menina e ficou perambulando até que encontrou um terreno baldio e jogou a criança que ao cair no chão bateu e machucou as costas,no momento em que Taninha começou a chorar Neide deu um tiro em sua cabeça e logo em seguida jogou álcool e ateou fogo a criança ainda viva.


Taninha encontrada parcialmente queimada
Perto do terreno havia um abatedouro,onde funcionários escutaram tiros e foram correndo ver o que havia acontecido e viram Neide correr em direção oposta. Taninha tinha apenas quatro anos.
Antonio a essa altura já havia ligado para a delegacia,onde confessou ser amante de Neide e que ele acreditava que ela não faria nada com a criança,mas pediu para que o jornalista e o delegado não contasse sobre o seu caso extra conjugal para sua esposa.
Logo delegado e jornalista seguiram para casa de Neide onde os pais da mulher se assustaram ao saber que a filha era suspeita de um sequestro.
Neide foi presa assim que chegou na casa dos pais e a única coisa da qual reclamou foram dos sapatos que estavam enlameados.
Na delegacia foram encontrados uma Taurus e uma Garrucha 320 dentro da bolsa de Neide.
Na delegacia a cara de pau de Neide chocou os policiais,quando ela disse que tinha sequestrado a criança a mando do amante de Nilza ,esposa de Antonio e foi onde Nilza descobriu a traição de seu marido e algum tempo depois souberam que o corpo da filha havia sido encontrado.
Neide foi presa e a confirmação de que seria a assassina da criança só veio depois quando ligaram os sapatos sujos de lama ao local em que a criança foi encontrada,Neide ainda foi levada ao local do crime,onde não suportou ver o que tinha feito,mas quando chegou novamente a delegacia negou toda e qualquer acusação.Ela só confessou quando foi entrevistada pelo radialista Saulo Gomes.
Ela foi presa e condenada a 33 anos de prisão,mas saiu com 15 por bom comportamento.
Neide enquanto esteve presa escreveu um diário onde pedia que Taninha protegesse as crianças de onde estivessem e ainda enquanto esteve presa gostava de 'brincar' com bonecas fazer roupinhas.
O túmulo de Taninha está localizado no cemitério de Inhaúma e até hoje é visitado.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Karl Denke


Karl Denke nasceu em 1870 na Polônia mas precisamente na cidade de Kalinowice Górne e se mudou aos dez anos de idade para Ziebice com aproximadamente 9 mil habitantes.
Sua aparência era a de uma criança normal e o único fato estranho nele é que sempre andava cabisbaixo e era muto quieto,quando completou doze anos abandonou a escola e a casa dos pais arrumando um emprego como jardineiro e só voltou a rever sua casa quando seu pai morreu,Denke já estava com vinte e cinco anos e com a pequena herança ele comprou um terreno,mas algum tempo depois foi obrigado a vender devido há frustrações e acabou comprando um apartamento que possuía um pequeno galpão.
Em dezembro de 1924 um cocheiro que passava perto da casa de Denke ouviu vários gritos e resolveu ver o que estava acontecendo,chegando lá ele encontrou um jovem que sangrava muito na cabeça, o cocheiro correu até o jovem que desfaleceu em seus braços,mas antes disse essas palavras: 'Papai Denke me golpeou com um machado'.

O rapaz era um vagabundo da cidade seu nome era Vincenz Oliver,mas não sobreviveu, o cocheiro foi até a polícia e deu queixa contra Denke,mas as autoridades só acreditaram no cocheiro depois que o legista deu o parecer médico, que tinha sido descrito como muito violento.
Denke foi preso,mas alegou legítima defesa e foi solto,ninguém acreditou que um pacifico cidadão local houvesse cometido um crime tão hediondo.
Denke foi preso e algumas horas depois quando um policial foi dar uma olhada em sua cela o encontrou morto,Denke havia se suicidado se enforcando com um lençol e com ele se foram todas as respostas as perguntas que ficaram sem explicação.
Logo após foram iniciadas algumas buscas e investigações na residencia de Denke e o que se descobriu foi deixar os cabelos dos oficiais em pé.
As primeiras descobertas foram de pequenos ossos, que depois de pesquisas se confirmaram humanos e dentro do galpão haviam pedaços de carnes,ossos,peles em soluções que as conservavam e também foi encontrado um cadáver que tinha tido algumas partes de seu corpo cortadas.
A carne do cadáver tinha uma cor vermelho acastanhada e também apresentava uma Livor Mortis bem suave revelando que tinha sido 'preparada' daquele jeito há apenas algumas horas.
Também foram encontrados três baldes com carne humana fervida que apresentava uma cor rosada e era macia,mas provavelmente pertencente a região glútea, um dos pedaços estava fatiado o que levou a policia crer que Denke havia comido.
O mais bizarro era que ao que parecia Denke convidava os mendigos para comerem em sua casa e depois os matava para poder utilizar sua carne e também se especula de que ele vendia essas carnes para alguns açougues também,mas nunca ficou comprovado.
Denke aproveitava tudo das pessoas que ele matava desde sua gordura até os ossos e atrás de seu galpão foram encontrados vários ossos no lago e na pequena floresta que havia ali perto.
Ao total foram encontrados:

  • 16 ossos de fêmur
  • 15 pedaços de ossos longos
  • 4 pares de ossos de cotovelos
  • 7 raios de cranio
  • 8 pares de ossos do antebraço
  • 2 braços
  • 1 par de tíbias
  • 1 par de úmeros
  • 1 par de ossos de clavícula
  • 2 omoplatas
  • 120 dedos inteiros e mais falanges
  • 65 ossos metacarpo
  • 150 pedaços de costela
Também foram encontradas várias pélvis,vértebras e sexos masculinos e mais de 350 dentes.
E também foi comprovado que da gordura Denke fazia sabão e alguns pedaços de peles foram usados para fazer suspensórios,sapatos e panos que ele usava com frequência,também usava os cabelos de suas vitimas para fazer laços dos mais variados tipos.
Denke também fazia anotações e em uma delas foi encontrada os seguintes números:
Mortos: 122
Mortos Nus: 107
Estripados: 83

Mas essas eram apenas suas anotações particulares, pois comprovadas mesmo foram apenas de 30 a 40 mortes.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O mais insano dos serial killers

Richard Trenton Chase (23 de Maio de 1950 – 26 de Dezembro de 1980) foi um serial killer americano que matou seis pessoas no período de um mês em Sacramento, Califórnia. Ele foi apelidado de “O Vampiro de Sacramento” porque ele bebia o sangue das vítimas e comia seus corpos.
Infância
Chase dizia ser vítima de abusos da própria mãe. Com 10 anos, ele apresentou sinais da Síndrome de MacDonald*: enuresis (incapacidade de controlar a bexiga), piromania e zoosadismo. Na adolescência, ele se tornou alcólatra e usuário de drogas. Ele sofria de disfunção erétil, por causa de “problemas psicológicos provenientes de raiva reprimida”.
Fase adulta
Chase desenvolveu hipocondira quando ficou adulto. Ele reclamava muitas vezes que seu coração ocasionalmente “parava de bater” ou que “alguém havia roubado sua artéria pulmonar”. Ele segurava laranjas na cabeça, acreditando que a Vitamina C seria absorvida para o seu cérebro por meio de difusão. Chase também acreditava que os ossos de seu crânio haviam se soltado e vagavam livremente, ele então raspou a cabeça para poder acompanhar a atividade.
Depois de sair da casa de sua mãe (acreditando que ela estava envenenando-o), Chase alugou um apartamento com os amigos. Os colegas de quarto de Chase reclamavam que ele estava constantemente sob o efeito de álcool, maconha e ácido. Chase também andava nu pelo apartamento, mesmo na frente de visitas. Os colegas de Chase mandaram que ele se mudasse. Quando ele recusou, os colegas de quarto é quem se mudaram.
Sozinho no apartamento, Chase começou a capturar, matar e desmembrar vários animais, os quais ele devorava crus, ás vezes misturando os órgãos com Coca-Cola em um liquidificador, bebendo a mistura como um milkshake. Chase achava que ingerindo as criaturas, ele evitava que seu coração encolhesse.

Internação

Em 1975, Chase foi involuntáriamente internado em um instituto mental depois de ser levado ao hospital por envenenamento por sangue, após injetar sangue de coelho em suas veias. Ele muitas vezes contava para os enfermeiros suas fantasias sobre matar coelhos. Ele uma vez foi encontrado com sangue em sua boca, mas os enfermeiros do hospital descobriram que ele havia bebido sangue de pássaros; ele jogara os corpos dos pássaros pela janela de seu quarto. As pessoas começaram a chamá-lo de “Drácula”
Em um dos vários incidentes que aconteceram enquanto ele estava internado, ele bebia o sangue do cão terapeuta (Um cachorro que anima pacientes em hospitais) de modo a sustentar seu vício. Ele declarou que pegava as seringas de caixar que ficavam disponíveis nas salas dos médicos. Levaram semanas para descobrirem o ocorrido, e logo deixaram de levar animais terapeutas ao hospital.
Ocasionalmente, foi descoberto que ele se defecava, de modo a poder pintar desenhos nas paredes do hospital com as fezes.
Depois de passar por uma bateria de exames envolvendo drogas psicotrópicas, Chase não foi mais considerado um perigo para a sociedade, e em 1976 ele foi liberado sob a responsabilidade de sua mãe.
A mãe de Chase decidiu que ele não precisava tomar o remédio antipsicótico prescrito, acreditando que isso transformaria o filho dela em “um zumbi”. Ela o livrou do medicamento e arranjou um apartamento para ele.
Uma investigação posterior revelou que na metade de 1977, Chase foi parado e preso por um agente nativo americano em uma reserva no Lago Tahoe. Ele estava vestindo uma camiseta coberta de sangue, e dirigindo uma caminhonete que continha armas e um balde com sangue. Ele convenceu a polícia que era um mal-entendido envolvendo um animal que ele havia caçado. Nenhuma multa foi cobrada.


Assassinatos

Em 29 de Dezembro de 1977, Chase matou sua primeira vítma. A vítma, Ambrose Griffin, era um engenheiro de 51 anos e pai de dois filhos. Depois de levar o tiro fatal, um dos filhos de Griffin disse ter visto um vizinho andando pela rua com um rifle calibre 22. O rifle do vizinho foi analisado, mas testes balísticos determinaram que aquela não era a arma do crime.
Em 11 de Janeiro de 1978, Chase pediu um cigarro à sua vizinha, e tentou entrar forçadamente na casa dela até que ela desse todos os cigarros da casa.
Duas semanas depois, ele tentou entrar na casa de outra mulher, mas, vendo que as portas estavam trancadas, ele foi embora; Chase mais tarde contou aos detetives que ele interpretava portas trancadas como um sinal de que ele não era bem-vindo, mas que casas destrancadas era um sinal de que ele podia entrar.
Mais tarde ele foi perseguido por um casal após roubar pertences da casa deles e de ter urinado e defecado em suas camas e roupas.
Teresa Wallin foi a próxima vítima de Chase, em 21 de Janeiro. Grávida de três meses, ela foi surpreendida por Chase em sua própria casa, ele atirou três vezes na moça, matando-a. Depois ele fez sexo com o cadáver, mutilou-o e se banhou no sangue da mulher morta.
Dois dias depois após matar Wallin, Chase comprou dois filhotes de um vizinho. Ele os matou e bebeu o seu sangue.
Em 27 de Janeiro, Chase cometeu seus últimos assasinatos. Entrando na casa de Evelyin Miroth, 38, ele encontrou a amiga dela, Danny Meredith, a qual ele atirou com seu revólver calibre 22. Roubando a carteira e as chaves do carro de Meredith, ele continuou a invadir a casa, matando Miroth, seu filho de seis anos Jason e o sobrinho dela, de apenas 22 meses, David. Assim como Wellin, Chase praticou necrofilia e canibalismo com o corpo de Miroth.
Uma garota de seis anos, que brincava com Jason Miroth, bateu na porta, assustando Chase, que fugiu com o carro de Meredith, levando o corpo de David consigo. A menina avisou aos vizinhos, que alertaram a polícia. Quando entraram na casa, a polícia descobriu que Chase havia deixado impressões digitais e impressões de seus sapatos no sangue de Miroth.
Chase voltou para seu apartamento na avenida Watt, onde ele bebeu o sangue de David e comeu vários dos órgãos internos dele (Incluindo o cérebro da criança), depois abandonou o corpo numa igreja próxima.
Consequências
Em 1979, Chase foi condenado por seis assinatos. Para poder escapar da pena de morte, a defesa tentou fazê-lo ser condenado por assassinato em segundo grau, o que lhe daria uma prisão perpétua. O caso foi ligado com o histórico de doenças mentais de Chase, e sugeriram que os crimes não foram premeditados.
Em 8 de Maio, o juri declarou Chase culpado pelos seis assassinatos em primeiro grau, e ele foi condenado à morte na câmara de gás. Eles recusaram o argumento de que ele seria inocente por causa da insanidade. Seus colegas de cela, cientes da natureza bizarra dos crimes de Chase, o temiam, e de acordo com os guardas da prisão, muitas vezes eles tentaram convencer Chase a cometer suicídio.
Chase deu uma série de entrevistas a Robert Ressler, durante as quais ele falava sobre seis medos de nazistas e OVNIs, alegando que mesmo que ele tenha matado, não era culpa dele; ele havia sido forçado a matar para manter-se vivo, o que acredita que qualquer pessoa faria. Ele pediu a Ressler para ter acesso a uma “arma de radar” (N/T: Uma espécie de pistola à laser que os policiais usam para captar carros em alta velocidade. Não sei o nome em português), de modo que assim ele podia apreender os OVNIs Nazistas, e então os nazistas poderiam ser julgados pelos assassinatos. Ele também deu a Ressler uma grande quantidade de macarrão com queijo, que ele guardava nos bolsos da calça, acreditando que os guardas estavam em conjunto com os nazistas e queriam dar comida envenenada a ele. Críticos acreditam que Chase estava atuando com Ressler para conseguir a simpatia do público, acreditando que ele tinha mesmo insanidade e assim evitar a sentença de morte.
Em 26 de Dezembro de 1980, um guarda que checava as celas encontrou o corpo de Chase estirado em sua cama, sem respirar. Uma autópsia revelou que ele cometera suicídio através de uma overdose de remédios antidepressivos prescritos pelo médico da prisão, e que ele estava guardando por semanas. É incerto se ele fez isso por causa das sugestões dos colegas de cela ou se foi por causa de seu estado mental.

Armin Meiwes, o canibal alemão

Armin Meiwes, O Açougueiro Mestre
O pai do alemão Armin Meiwes saiu de casa quando ele tinha 6 anos, levando os irmãos da criança. Meiwes ficou só com a mãe, que lhe explorava. Na escola, era humilhado. Em casa, Meiwes dissecava bonecas e queimava, já fantasiando com canibalismo.
Já adulto, a mãe continua a ser presença perturbadora em sua vida. Após a morte dela, Armin Meiwes coloca suas fantasias em prática. Com o nick de “antropófago”, ele procura alguém, na internet, que aceite ser assassinado e comido. Manteve contato com cerca de 400 homens interessados em canibalismo. Após 2 anos, em 2001 um homem responde: “Espero que me ache saboroso”. Nesta época, segundo seus vizinhos, Meiwes era um homem tranquilo, que brincava com as crianças.
Bernd Jürgen Armando Brandes era o nome do homem que se candidatou ao sacrifício, que ocorreria na casa de Armin Meiwes. Meiwes primeiramente Bernd Jürgen Brandes, a vítimacortou o pênis de Bernd e comeram o órgão juntos, frito com pimenta e alho. Brandes havia insistido para que Meiwes arrancasse seu pênis com dentadas, mas ele não conseguiu. Não gostaram do pênis, acharam a carne dura.
Depois da “entrada”, Meiwes deu remédios a Bernd para que dormisse. Então deu-lhe um beijo… e algumas facadas no pescoço. Então dependurou o corpo em um gancho de açougue, drenou o sangue do morto e o dissecou.
Conseguiu congelar 20 quilos de carne, o que lhe permitiu fazer refeições regadas a vinho por alguns meses.
Diria depois que a carne humana tem gosto “semelhante ao da carne de porco, um pouco mais amarga e mais forte. Tem um gosto muito bom”. E que, no dia do crime, Bernd queria ser esquartejado logo, o que lhe contrariou, pois queria conhecê-lo melhor.
Armin Meiwes, fotos do crime
Armin Meiwes, fotos da vítima
Armin Meiwes, canibal alemão
“O ato de comer os restos mortais deu sentido à morte, já que o corpo não foi jogado fora.”, disse o alemão em seu julgamento. “Eu salguei o filé de Bernd com sal, pimenta, alho e noz-moscada. Comi ele com croquetes, couve de Bruxelas e molho de pimentão verde.”
Procurando nova vítima, Meiwes volta à internet, mas alguém o denuncia à polícia. Na sua casa, os agentes acham restos da vítima e um vídeo do assassinato. As imagens eram tão fortes que os policiais precisaram de acompanhamento psicológico.
Armin Meiwes ficou conhecido como “O Açougueiro Mestre” ou como “O Canibal de Rotemburgo”. Tinha quase 40 anos na data do crime, e, a vítima, 42.
No seu julgamento, o canibal disse: “Se eu tivesse ido a um psiquiatra há alguns anos, provavelmente não teria feito o que fiz.”. Meiwes foi acusado de homicídio por razões sexuais, já que canibalismo não era um item presente no Código Penal alemão (no brasileiro, existe o crime de “vilipêndio a cadáver”, artigo 212, ato sujeito a detenção de 1 a 3 anos).
Meiwes, que era técnico em informática (a vítima era engenheiro de computação), foi condenado à prisão perpétua (primeiramente havia sido condenado a 8 anos de prisão, mas a promotoria recorreu) – mas pode tentar a condicional após 15 anos de cadeia. O caso gerou uma grande polêmica jurídica na Alemanha, com muitas pessoas defendendo Meiwes das acusações mais graves – afinal, Bernd foi morto porque quis. Armin Meiwes, canibal alemão
No segundo julgamento, Armin Meiwes disse ao juiz que sua fome de carne humana já estava saciada e que estava arrependido de seus atos. Não convenceu o júri.
O canibal falou ainda que sempre sonhou em ter um irmão mais novo, “alguém para fazer parte de mim” – e que o canibalismo era um modo de satisfazer este desejo. Bernd, por sinal, lhe mentira ser mais novo que ele.
Em uma entrevista à televisão, Meiwes afirmou: “Quem não consegue entrar nesta história acha monstruoso o que fiz. Mas eu sou um ser humano normal.” Mas, contraditoriamente, afirmou: “Eu quero ir para a terapia, sei que preciso, e espero que isto aconteça em algum momento.”.
“A primeira mordida foi com certeza única, indefinível, já que eu tinha sonhado com isto durante trinta anos, com esta conexão íntima que se faria perfeita através desta carne.”
Quando era criança, Armin Meiwes gostava que a mãe lesse para ele a história de Joãozinho e Maria. “A parte em que João está para ser comido era interessante. Você não imagina quantos ‘Joãos’ estão circulando aí pela internet…

O serial killer de Green River, Gary Ridgway.














Gary Ridgway se declarou culpado em 05 de novembro de 2003, pelos assassinatos de 48 mulheres de 1982 a 1998, pondo fim ao maior caso de assassinato não solucionado nos EUA.
 Linha do tempo de Gary Ridgway:
15 de julho de 1982: As crianças brincando perto de Kent encontram o corpo estrangulado de Wendy Coffield, 16 anos, de Puyallup, em Green River.
13/15 agosto de 1982: Corpos de quatro mulheres mais jovens encontrados em ou perto de Green River. A polícia suspeita que há um serial killer atacando.
16 de agosto de 1982: A polícia prepara a maior movimentação da força policial, desde os assassinatos de Ted Bundy.
30 abr 1983: A atenção da polícia se volta para para Gary L. Ridgway. Ocorre quando a vítima Marie Malvar desaparece e o namorado segue a pickup dos suspeitos no desaparecimento. A pickup é identificada como propriedade de Ridgway. Ridgway nega qualquer contato com Malvar.
03 de maio de 1983: Carol Christensen desaparece do Pacific Sul Highway.
20 de novembro de 1983: A polícia diz que o mesmo homem matou 11 mulheres encontradas em South King County desde o Verão de 1982.
02 de abril de 1984: mais cinco conjuntos de restos de esqueletos encontrados. Número oficial de vítimas atribuídas ao assassino em série é de 20, mas o número poderia ser tão alto quanto 30.
20 de abril de 1984: mais dois conjuntos de restos encontrados perto da curvatura do Norte, incluindo os de Amina Agisheff, 36 anos, que foi visto pela última vez em Seattle em 1982. Eventualmente listado como primeira vítima do assassino.
A policia recolhendo o corpo de uma das vítimas de Green River
 Maio 1984: contatos Ridgway Task Force Green River, aparentemente para oferecer informações. Dado um polígrafo, ele passa.
9 de dezembro de 1984: Suspeita de pedágio sobe para 42.
06 de fevereiro de 1986: Polícia procura uma casa perto do Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma. O ocupante, descrito como uma “pessoa de interesse”, é questionada pela força-tarefa.
Maio 1986: Autoridades dizem que o homem nada links para o caso.
08 de abril de 1987: Polícia home busca e veículos de um homem que foi visto pela última vez com pelo menos duas das vítimas. A lista de vítimas é estipulado para o número 46. Polícia leva “amostras corporais” do homem, mas não há provas suficientes para prendê-lo. O homem é Ridgway.
Julho de 1991: Green River Força-Tarefa é essencialmente para baixo a um investigador, Tom Jensen. O assassino não foi encontrado apesar de anos de trabalho investigativo, a criação da força-tarefa, as despesas de mais de US $ 15 milhões, o uso de um computador de US $ 200.000, o acúmulo de milhares de suspeitos e do preenchimento de mais de 750 três-anel ligantes com milhões de fatos.
2 de novembro de 1999: Os restos de uma vítima encontrada perto do rio Verde, em Kent, em 1986, são identificados como Tracy Winston, 19, vista pela última vez perto de Northgate em Seattle em 1983. Polícia usa o processo de novo DNA para identificar os restos.
Março de 2001: laboratório criminal do Estado começa a usar o método de DNA para testar novas evidências assassino de Green River.
Foto de todas as vítimas ligadas ao assassino de Green River:
30 de novembro de 2001: King County Sheriff Dave Reichert anuncia prisão de Ridgway, 52 anos, de Auburn, em conexão com os assassinatos de quatro das primeiras vítimas do assassino de Green River. O DNA de Ridgeway está ligado a três deles.
15 de dezembro de 2001: Reichert reúne 11 investigadores para trabalhar em tempo integral na construção de provas contra Ridgway.
18 de dezembro de 2001: Entra Ridgway “não culpado” apelo a quatro acusações de homicídio qualificado na morte de Márcia Chapman, 31; Cynthia Hinds, 17, e Mills Opal, 16 – cujos corpos foram encontrados dentro ou perto de Green River em agosto . 15, 1982 – Carol e Christensen, 21, cujos restos foram encontrados fora Maple Valley em 8 de maio de 1983.
27 março de 2003: Ridgway é acusado de assassinato em primeiro grau agravada no assassinatos de mais três mulheres: Coffield, 16; Debra Bonner, 23, e Debra Estes, 15. Polícia e promotores dizem que a poeira microscópica de tinta nas roupas leva prova que Ridgeway levou três mulheres à morte, uma vez que ele era pintor de Caminhão
3 de abril de 2003: Ridgway se declara inocente em King County Superior Court às três acusações mais recentes de homicídio em primeiro grau agravada.
26 de julho de 2003: Ridgway é movido a partir da cadeia do condado de King, em Seattle para um local desconhecido em meio a relatos de que ele pode querer cooperar com as autoridades em troca de tirarem a pena de morte de consideração
19 de agosto de 2003: Restos de Pammy Avent, de 16 anos, encontrados a leste de Enumclaw, são identificados após relatos que Ridgeway está trocando informação pela sua vida.
24 de agosto de 2003: Mais sete ossos são encontrados por detetives investigando as mortes do serial de Green River. Um investigador do gabinete de King County Medical Ecaminer diz que os ossos parecem ser humanos
27 de setembro de 2003: Os ossos de April Buttram, de 17 anos, são identificados. A força-tarefa de Green River anuncia que os ossos encontrados em 30 de Agosto e 02 de Setembro perto de Snoqualmie combinam com o DNA de Burttram, que desapareceu no fim de Agosto de 1983
02 de outubro de 2003: Investigadores da força-tarefa de Green River identificam os restos encontrados numa ravina fora de Auburn como Malvar, que tinha 18 quando desapareceu em 30 de Abril de 1983
Outubro de 2003: Ridgway fornece detalhes de pelo menos dois assassinatos que não estavam na lista oficial: Patricia Yellow Robe, 38, que foi encontrado morta agosto 6, 1998, e Marta Reeves, 36 anos, que foi morta em 1990.
5 de novembro de 2003: Ridgeway é culpado de 48 acusações de assassinato em primeiro grau agravado, incluindo 42 dos 49 assassinatos atribuídos originalmente ao serial de Green River. Além desses, também são contadas Linda Rule, Roberta Hayes Reeves, Patricia Barczak, Robe Yellow e outra vítima não identificada.

Termos pesquisados 

William “The Mutilator” MacDonald, Sydney. Australia, 1961

  

0

William MacDonald, O Mutilador, “Dick Hunter” (Caçador de “Pinto”), como era conhecido, foi um serial killer que agiu entre 1961 e 1962, aterrorizando as pessoas de Sydney, na Australia. Nascido em Liverpool, Inglaterra, se mudou para a Austrália em 1955, Seu “esporte”, cortar os órgãos genitais dos homens (por isso o apelido Dick Hunter). Segundo informações, MacDonald foi assediado no exercito inglês, e também alegou que foi estuprado na adolescência, por isso buscou vingança em vítimas aleatórias.

Ele atraia algumas de suas vítimas para locais escuros, oferencendo bebida até ficarem bebadas o bastante para ele cometer seu crime. Antes de cortar o pênis da vítima ele a esfaqueava e mutilava até a morte. Ele jogava os orgãos e a arma do crime no porto de Sydney. Em noites chuvosas ele vestia uma capa de chuva, por isso não ficava coberto de sangue. MacDonald foi preso em 1963, Ele foi acusado por 4 crimes, ele matou 5 pessoas, foi condenado a pena perpétua. Segundo o proprio MacDonald, se ele estivesse livre, continuaria matando.
Abaixo, fotos de três das 5 vítimas de MacDonald. Essa foi a primeira vítima:
Amos Hurst, ele fez amizade com MacDonald e depois de terem bebido, eles foram para o apartamento de Hurst para beber mais, lá McDonald cometeu seu primeiro crime, Hurst foi estrangulado até jorrar sangue de sua boca, e então, foi morto.
-
A segunda vítima foi Alfred Reginald Greenfield, ele estava sentado em um banco de um parque, quando MacDonald, novamente fez amizade com a vítima e o ofereceu bebida. Ele atraiu Greenfield para outro local, alegando ter mais bebida. Greenfield foi brutalmente assassinado, ele foi esfaqueado 30 vezes e logo depois teve sua genitália cortada.
Imagens da vítima:
-
William Cobbin, a terceira vítima, foi mutilado, e esfaqueado várias vezes. Ele foi encontrado em um banheiro público. Cobbin estava sentado no vaso quando MacDonald fez seu primeiro ataque, cortando a veia jugular de Cobbin, ele tentou se defender, mas não teve jeito, foi esfaqueado várias vezes e depois de morto, como MacDonald sempre faz, retirou sua genitália. 
-
Loja onde ocorreu outro assassinato:
Local da loja onde foi encontrado o corpo de uma das vítimas:
Retratos falados de MacDonald:
O mais parecido:
Após ser transferido para uma instituição mental, por ter tentado matar um detento na prisão, sinais mostravam que ele poderia ser esquizofrênico, mas nada foi confirmado.

COMENTE!!!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...