BIZARRO VOCE AINDA NÃO VIU NADA!!!

AQUI VOCE VAI VER BIZARRISES DA NET.

UM BLOG DIFERENTE....

A IDÉIA E INTETRERIMENTO...SACEI SUA CURIOSIDADE....

MACABRO E REAL...

COISAS TERRÍVEIS QUE ACONTECEM NO MUNDO...

CURIOSIDADES

ARTE CULTURA NOTÍCIA COISAS PROIBIDAS E ETC.....

INSANIDADES

HUMOR, NOTÍCIAS, MENSÕES HONRRONSAS, FOTOGRAFANDO...

Mostrando postagens com marcador ASSASSINOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ASSASSINOS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Marcel Petiot Serial Killers

Marcel Petiot nasceu em 17 de janeiro de 1897, na França. Foi diagnosticado como doente mental em 1914. Foi expulso de várias escolas, e se formou em uma escola especial em Paris.

Petiot foi convocado durante a 1º Guerra Mundial em 1916. Foi ferido, intoxicado e demonstrou novos sintomas de problemas mentais. Foi enviado para uma casa de repouso, onde foi preso por roubar cobertores do exército. Foi para um hospital psiquiátrico onde foi novamente diagnosticado como doente mental, mas foi convocado de novo para o exército em 1918. Atirou no próprio pé, mas nem isso conseguiu tirar ele do exército e receber alta por invalidez.






Depois da Guerra Petiot entrou num programa de educação destinado a veteranos de guerra. Completou o ensino médio, foi estágiario de um hospital psiquiátrico e se formou em medicina em 1921.
Ao trabalhar num hospital em Villeneuve-sur-Yonne ganhou uma reputação duvidosa por fornecimento de entorpecentes e realizações de abortos clandestinos.

Foi prefeito da cidade de Delaveau, desviou dinheiro dos fundos da cidade, e foi suspenso em 1931, quando renunciou a Prefeitura.

Quando começou a 2º Guerra Mundial, Petiot viu uma chance de ouro, para ganhar dinheiro. Comprou uma casa, tornou ela a prova de som, criando uma armadilha. Foi ai que matou mais de 63 pessoas...
O médico falava para suas vítimas, a maioria Judeus que tentava fugir dos nazistas, que era membro da Resistência Francesa e conseguia fugas seguras para a Argentina, por um alto preço.
Depois de receber o dinheiro o médico aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que era uma vacina contra doenças tropicais. Deixava elas num quarto a prova de som e pedia para esperarem o efeito.
Quando o veneno fazia efeito, Petiot observava a morte de suas vítimas através de buracos feitos para isso. Depois mutilava os corpos e jogava eles num poço de cal.


Foi preso em 1944, no seu porão foram encontrados 27 corpos mutilados. Ele alegava que eram nazistas e que estava fazendo seu dever como Francês, e foi liberado. Foi preso outra vez quando um jornal acusou ele de simpatizante dos nazistas. Durante o julgamento confessou o assassinato de 63 pessoas que ele acusou de "inimigos da França".
Ninguém acreditou, Petiot foi condenado a Morte, e morreu na Guilhotina em 1964.
Acredita-se que suas mortes passam das 63 vítimas...

"Criança Assassina".

Mary Bell tem uma diferença entre os Serial Killers comuns. Ela cometeu seus assassinatos com 10 anos! Sim Mary Bell foi uma "Criança Assassina".

Ela não conheceu seu pai, sua mãe Betty McCrickett era prostituta. Mary Bell era uma criança perturbada, e sua mãe obrigou ela a se prostituir desde os 4 anos.

Vandalizou a enfermaria da sua escola e escreveu ameaças na parede.
Aos 10 anos Mary Bell estrangulou Martin Brown, um garoto de 3 anos.
2 meses depois ela matou Brian Howe de 4 anos. Ela estrangulou o garoto, perfurou suas coxas e genitais, eainda "escreveu" um M na barriga do garoto com uma lamina de barbear.

Foi condenada a prisão por tempo indeterminado, e chamada de monstro durante o julgamento.
Os psiquiatras avaliaram ela como psicopata.

Mary Bell não foi uma prisioneira com bom comportamento, chegou a fugir da cadeia uma vez. Foi solta sob custódia em 1980 quando tinha 23 anos. Em 2007, depois da morte da sua mãe ela aceitou dar uma entrevista. Isso resultou na biografica chamada "Gritos no vazio".
O governo tenta proibir a venda comercial do livro.






quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Anatoly Moskvin, o maníaco das bonecas

Na primeira semana de Novembro, do ano passado, policiais russos fizeram uma descoberta surpreendente e macabra em um apartamento no pacato distrito de Leninsky em Nizhny Novgorod, a quinta maior cidade russa. Desde 2010, dezenas de túmulos em vários cemitérios da região estavam sendo violados, a suspeita era da ação de uma seita satânica e uma investigação começou a ser realizada pelo Ministério do Interior russo.
Dica da Sarah M. Cartier, via O Aprendiz Verde
http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAALjwlf7CXf4ahdtIbe6GLqa_qx1-5JgU4TW5AluPbUzB3nq12wS6Xdd4SjSOrmrOF4pTQQCtj_NfIi0OOrZfmH4Am1T1UCx1-miAcR3sC4sNlK6e2absiw0U.jpg
Na noite do dia 02 de novembro, na caça pelo “ladrão de corpos”, policiais encontraram um corpo mumificado na garagem do prédio de um suspeito em Leninski. Ao entrarem no apartamento do suspeito uma surpresa: várias bonecas em tamanho real estavam expostas pelos vários cômodos do apartamento. Todas vestidas com vestidos brilhantes, lenços na cabeça, mãos e rosto envoltos com pano. Ao analisarem as “bonecas”, os policiais fizeram uma macabra descoberta: as bonecas eram na verdade corpos humanos. O criminoso fabricava bonecas dos corpos roubados.
Foram encontrados 28 “bonecas” dos cadáveres. As “bonecas” estavam vestidas em diferentes trajes e segundo as autoridades russas, a maioria das garotas mortas e profanadas de seus túmulos, tinham entre 12 e 18 anos. De acordo com as autoridades, o homem profanava túmulos em cemitérios da cidade, levava os corpos para o seu apartamento então dava início a um sinistro ritual de mumificação dos corpos e posteriormente fabricação das bonecas.
http://oaprendizverde.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Grandes-Crimes-A-Casa-Das-Bonecas-Anatoly-Moskvin-As-Bonecas.jpg
http://oaprendizverde.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Grandes-Crimes-A-Casa-Das-Bonecas-Anatoly-Moskvin-As-Bonecas-de-Moskvin.jpg
http://oaprendizverde.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Grandes-Crimes-A-Casa-Das-Bonecas-Anatoly-Moskvin-Bonecas-Urso.jpg
Vídeo sobre o caso:
Tão surpreendente quanto esse crime é o perfil do acusado, Anatoly Moskvin. Um pacato cidadão mas com um mórbido interesse no ocultismo.
Nome: Anatoly Moskvin  
Ocupação
: Historiador, escritor, pesquisador e professor
Nascimento: Rússia, 1966 (45 anos)
Acusação: Violação de Túmulos e Roubo de Cadáveres
Captura: 02 de novembro de 2011
Situação: Preso
Anatoly é considerado um gênio. Doutor em cultura céltica, historiador, professor de um museu local, fala 13 línguas (incluindo Celta) e autor de numerosos livros e estudos sobre toponímia e onomástica. É considerado uma das maiores autoridades em “cemitérios” da Rússia, tendo escrito um guia depois de visitar mais de 750 cemitérios.
Moskvin afirmou que entre 2005 e 2007, inspecionou  752 cemitérios em toda a região, muitas vezes, viajando cerca de 30 km por dia a pé. Passou noites em fazendas abandonadas, bebia água de poças e uma vez chegou até dormir em um caixão preparado para um funeral.
Em outubro último, ele escreveu um artigo para um jornal explicando o seu mórbido interesse na morte. Segundo Moskvin, quando ele tinha 12 anos, ele se deparou com um cortejo fúnebre cujos participantes o obrigaram a beijar o rosto de uma menina morta.
“Um adulto empurrou meu rosto até a testa de cera da menina, e não havia nada que eu pudesse fazer a não ser beijá-la”, escreveu Moskvin

domingo, 7 de agosto de 2011

PEDRINHO MATADOR !

Biografia sobre este tão temido serial killer brasileiro, um cara que trouxe a morte para mais de uma centena de pessoas. Cliquem logo abaixo!
O monstro do sistema

Pedrinho, que diz ter matado mais de 100 pessoas, é o produto máximo de uma estrutura carcerária que só gera violência
Nome: Pedro Rodrigues Filho
Idade: 48 anos
Biografia: Mineiro de Santa Rita do Sapucaí, tem 48 anos. Nunca estudou, foi traficante na adolescência e passou toda a vida adulta na cadeia – desde os 18 anos
Folha corrida: Afirma ter matado mais de 100 pessoas. Fez a primeira vítima aos 14 anos. Suas condenações por homicídio somam 128 anos de detenção
Comportamento: Matou um colega de cela porque ‘roncava demais’, outro porque ‘não ia com a cara dele’. Bateu no médico traficante Hosmany Ramos e prometeu matar o estuprador conhecido como Maníaco do Parque
O cidadão(?) Pedro Rodrigues Filho é muito considerado em sua comunidade. Na Penitenciária do Estado, em São Paulo, é uma espécie de ídolo. Num ambiente em que 16% dos moradores já mataram alguém e as pessoas têm apelidos como Fumacê, Leprinha e Nego Baitola, é a ele que chamam, com reverência, de Pedrinho Matador. Maior homicida da história do sistema prisional, ele se orgulha de ter assassinado mais de 100 pessoas, inclusive o próprio pai. E, para que ninguém tenha dúvidas, tatuou no braço esquerdo: ‘Mato por prazer’. Sua especialidade é esfaquear a vítima no abdome. Já matou na rua, no refeitório, na cela, no pátio e até no ‘bonde’ - o camburão, na linguagem dos bandidos. Perante o juiz, afirmou ter eliminado um detento porque ‘não ia com a cara dele’. Em outro caso, foi um colega de cela que roncava demais. Pedrinho pisou na cadeia pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e ali viveu toda a idade adulta. Prestes a completar 30 anos de detenção, período máximo de prisão de acordo com a lei penal, ele acredita que será solto. Na verdade, isso não acontecerá. Sua pena foi estendida por causa dos crimes que ele cometeu atrás das grades. Pedrinho até poderia recorrer da decisão, mas ele jamais tomou conhecimento dela. Como 75% dos detentos, ele não possui advogado. Aos 48 anos, o criminoso é o produto máximo do sistema carcerário brasileiro. No período que passou atrás das grades, Pedrinho viveu de acordo com as regras não escritas que governam as cadeias brasileiras. Transgrediu apenas uma sobreviveu. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo.
Se a história de Pedrinho fosse transformada em filme, pareceria inverossímil. A violência apareceu antes de seu nascimento. Ele veio ao mundo em 1954, numa fazenda em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com o crânio ferido, resultado de chutes que o pai desferiu na barriga da mãe durante uma briga. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana. Ele não morreu por pouco. Como quatro em cada cinco presidiários, Pedrinho tem baixa escolaridade. Nunca foi à escola e caiu precocemente na bandidagem. Seu primeiro crime foi aos 14 anos, quando o pai foi demitido do cargo de vigia da escola municipal, sob a acusação de roubar merenda. Pedrinho matou a tiros o prefeito da cidade, que havia ordenado a demissão, e depois outro vigia, que supunha ser o verdadeiro ladrão. Fugiu para Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde moravam seus padrinhos. Conheceu a viúva de um líder do tráfico, apelidada de Botinha, e foram viver juntos. Assumiu as tarefas do falecido e logo foi obrigado a eliminar alguns rivais, matando três ex-comparsas. Morou ali até que Botinha foi executada pela polícia. Pedrinho escapou, mas não deixou a venda de drogas. Arregimentou soldados e montou o próprio negócio.
Foi quando encontrou Maria Aparecida Olímpia, por quem se diz apaixonado até hoje – tem seu nome tatuado no braço, perto da inscrição ‘Sou capaz de matar por amor’. Ela engravidou, mas não chegou a ter o bebê. Certo dia, ao entrar em casa, Pedrinho encontrou-a morta a tiros. Em busca de vingança, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. Não conseguiu, até que o mandante, um antigo rival, foi delatado por uma ex-mulher. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de sete mortos e 16 feridos. Pouco depois de completar 18 anos, com várias mortes nas costas, Pedrinho finalmente foi preso, denunciado pelo pai de uma namorada. Atrás das grades ele perdeu contato com sua quadrilha, ganhou fama de matador e aprendeu a ler e a escrever. Além de se aperfeiçoar na capacidade de eliminar o próximo sem sofrer nenhum tipo de perturbação. Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata – alguém sem nenhum remorso e nenhuma compaixão pelo semelhante. Os psiquiatras Antonio José Elias Andraus e Norberto Zoner Jr., que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era ‘a afirmação violenta do próprio eu’. Diagnosticaram ‘caráter paranóide e anti-socialidade’.
Quando Pedrinho foi para trás das grades, o carro do ano era o Ford Maverick, precisava-se de telefonista para fazer um interurbano e o Chile ainda não havia sequer entrado na ditadura Pinochet. De lá para cá o matador se transformou num tratado ambulante sobre a vida na cadeia. Informado de que seus inimigos armavam uma emboscada, ficou sabendo também que era fácil comprar de um carcereiro uma faca para defender-se. Tratou de providenciar uma. No meio do pátio, um preso lhe deu o bote. Ao sujeito que o atacou, juntaram-se mais quatro. A multidão fez uma roda para ver o massacre. Depois de alguns minutos de pancadaria, porém, três já estavam mortos e Pedrinho continuava lutando. Assustados, os outros dois fugiram.
O bandido ganhou notoriedade por essas matanças. Mas ele gosta de reforçar sua fama contando outras histórias, muitas das quais não se sabe ao certo se aconteceram ou não. Como muitos assassinos em série, seus depoimentos costumam misturar realidade e fantasia e boa parte dos cadáveres que se orgulha de ter produzido nunca foi encontrada. Pedrinho conta, com orgulho, que matou o próprio pai, depois que ele matou sua mãe desconfiado de traição. Diz que, para vingá-la, rasgou o peito do pai a facadas e comeu um pedaço de seu coração. O problema é que, em depoimento a um psiquiatra, ele contou outra história. Disse que o pai foi assassinado por familiares de uma amante. Assim como esse, vários relatos feitos por ele têm contradições. Por isso, não se sabe ao certo quantas pessoas ele assassinou. Em alguns crimes, simplesmente não há registro documental. Na penitenciária, segundo diz, matou um preso apelidado de Raimundão, que extorquia familiares de detentos, e jogou-o no fosso do elevador. Funcionários da instituição se lembram do caso, mas Raimundão não aparece na lista de condenações de Pedrinho. Tudo mostra que o inquérito não identificou o assassino ou a morte foi assumida por outro preso – ‘favor’ que os líderes da bandidagem costumam pedir a membros menos importantes das quadrilhas.
O aspecto que mais chama a atenção na biografia de Pedrinho é a falta de informação. Ele não sabe quase nada a respeito de seus processos. Entrevistado, surpreendeu-se ao saber que constam apenas 18 acusações. ‘Só isso? Não pode ser tão pouco assim’, diz. Muitos documentos antigos desapareceram num buraco negro antes da informatização dos tribunais. ‘O período mais caótico para os registros penitenciários no Brasil são os anos 70. Muitos documentos sumiram e, para fazer um levantamento dos históricos dos criminosos desse período, a fonte mais confiável são os depoimentos verbais’, explica o sociólogo Túlio Kahn, ex-consultor do Ministério da Justiça. Por isso, é provável que Pedrinho tenha matado menos do que diz, porém mais do que aparece em sua ficha, numa mostra de ineficiência da polícia e do Judiciário.
A história do Matador mostra como o sistema carcerário fez com que um bandido perigoso, com problemas psiquiátricos, tivesse sua condição ä agravada – tendo como conseqüência uma matança ainda maior. Com o passar do tempo, Pedrinho começou a puxar a faca por motivos cada vez mais fúteis. Toda vez que foi transferido – para nove instituições diferentes -, Pedrinho cometeu mais crimes. Em 1985, teve a honra de inaugurar o Centro de Readaptação de Taubaté, o Anexo, um regime especial para os presos que não se adaptam a lugar nenhum. De 1992 a 2002, ficou completamente isolado, numa espécie de solitária, onde só tinha contato com os carcereiros. Distraía-se jogando paciência e fazendo ginástica. Há um ano, Pedrinho voltou para a Penitenciária do Estado, onde tem comportamento classificado como ‘exemplar’. É o coordenador da limpeza da escola, diz que está mais calmo e que, de inimigo, só tem o Maníaco do Parque, que jurou matar porque não admite violência contra mulheres.
Ao completar 30 anos de prisão, Pedrinho apresenta à Justiça uma questão raríssima: libertá-lo ou não? Dúvidas como essa aparecem no máximo uma vez por ano, segundo um diretor da Penitenciária do Estado, porque poucos presos sobrevivem tanto tempo. Os casos mais famosos são o de Chico Picadinho, o assassino em série que saiu do presídio apenas para continuar confinado no manicômio judiciário, e o do Bandido da Luz Vermelha, que foi jogado nas ruas como um extraterrestre e morreu numa briga meses depois. Em janeiro de 1997 uma defensora pública solicitou a recontagem da pena de Pedrinho para pedir sua soltura em 2003. O pedido foi negado por um juiz, que citou um item do Código Penal segundo o qual crimes cometidos depois do início do cumprimento da pena implicam nova contagem. Com essa interpretação ele só sairá em 2017. O criminalista Rodrigo Dell’Acqua e o promotor Marcelo Mendroni concordam com a tese. Afirmam, no entanto, que a decisão poderia ser questionada em tribunais superiores. Como um recurso demoraria e Pedrinho não tem sequer advogado, é certo que o matador não voltará à rua pelo menos nos próximos meses.
“Vou matar o motoboy”Pedrinho Matador já executou 71 pessoas e promete estrangular Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que cumpre pena no mesmo presídio
O ataque é rápido, a chance de reação, mínima. Com uma das mãos no queixo, a outra agarrada aos cabelos, ele desloca a cabeça da vítima para cima e para o lado, quebrando-lhe o pescoço. A morte é instantânea. Pedro Rodrigues Filho, 44 anos, o Pedrinho Matador, um dos mais cruéis assassinos do País, não precisa de arma para matar. Usa as mãos e a força do seu corpo.
Pedrinho mantém a forma física à custa de quatro horas diárias de ginástica num espaço de sete metros quadrados. Esse é o tamanho da cela individual que ocupa na Casa de Custódia, em Taubaté, no interior paulista. “Faço exercícios para me defender”, diz.
ASSASSINO DO PAI Oficialmente, ele matou 71 pessoas, 40 delas dentro das prisões. O próximo de sua lista é Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que também cumpre pena ali por ter confessado o assassinato de dez jovens. “Se eu chegar perto, a vida dele acaba em dois minutos”, ameaça.
O ódio ao motoboy não é pessoal. Pedrinho executou dezenas de estupradores nesses 27 anos em que está preso. O que ele não admite é violência contra mulheres e crianças. Sua mulher foi assassinada por traficantes no sétimo mês de gravidez. Mas ele não gosta de falar sobre o caso. “Só acho que um cara como o motoboy não merece viver.”
O diretor da Casa de Custódia, José Ismael Pedrosa, não acredita que Pedrinho consiga cumprir sua promessa. Os detentos passam a maior parte do tempo trancados e tomam banho de sol isolados. “Mesmo que o Pedro consiga sair da cela, ele não vai saber onde encontrar o Francisco”, diz o diretor. “Além disso, os dois estão sempre acompanhados por guardas penitenciários.”
A Casa de Custódia, ou “Piranhão”, na gíria local, é um presídio de segurança máxima. A eficácia de seus métodos de isolamento está comprovada. Desde que foi transferido para Taubaté, há 16 anos, Pedrinho não conseguiu matar ninguém. Não que não tenha tentado. Ele atacou um companheiro na época em que os detentos almoçavam juntos – hoje cada um come em sua cela. Já estava com o pé sobre o pescoço da vítima, quando resolveu acatar o apelo do diretor. “Ele só não morreu porque o doutor Pedrosa chegou e pediu para eu parar”, recorda. O homem que mata com frieza mostra respeito pelo diretor e pelos guardas do presídio. Nunca encostou o dedo neles. “Eu só mato canalhas.”
Pedrinho começou sua carreira de crimes aos 14 anos, com a morte do prefeito de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais, cidade em que nasceu. “O erro dele foi ter acusado meu pai de roubo”, explica. Refugiou-se em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes. Anos mais tarde, executou o próprio pai numa cadeia de Mogi das Cruzes. O motivo: durante uma briga, Pedro Rodrigues matou Manuela, a mãe de Pedrinho, com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi ainda mais cruel. Além das facadas, arrancou o coração do pai e comeu um pedaço.
LIVRE EM 2002 O matador costuma estrangular suas vítimas. Mas reconhece que gosta de provocar dor. Numa prisão de Araraquara, no interior de São Paulo, degolou com uma faca sem fio o homem acusado do assassinato de sua irmã. “Ele era meu amigo, mas eu tive de matar.”
Os dias são iguais na Casa de Custódia. Pedrinho acorda às 5h, toma café e faz seus exercícios até as 9h. Depois do banho, costuma ler até a hora do almoço. Gosta de Sidney Sheldon, mas está lendo Raízes, do norte-americano Alex Haley. Faz a digestão escrevendo em seu diário. Às 15h, desce para tomar banho de sol no pátio do pavilhão, sempre acompanhado por dois guardas, enquanto todos os outros presos estão recolhidos. Vai dormir por volta de 19h30.
Condenado a 400 anos, Pedrinho deveria deixar a prisão em 2002, ano em que completa três décadas de reclusão. “O período máximo que uma pessoa pode ficar presa no Brasil é 30 anos, de acordo com o Código Penal”, diz o criminalista Alberto Marino. “O artigo 5.º da Constituição proíbe a prisão perpétua”, afirma.
Pedrinho quer a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, cujo nome ele não revela. Eles se conheceram trocando cartas, há um ano e meio. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho em Taubaté. O diretor do presídio confirma o encontro: “Ela parecia bem apaixonada”.
Para ganhar a vida honestamente fora da prisão, Pedro quer trabalhar em um matadouro. Quando era garoto, em Minas Gerais, trabalhou num pequeno abatedouro de aves. Ele é o primeiro a admitir que não sabe fazer outra coisa.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Serial Killers Mirins

PRIMEIRO CASO
12 de fevereiro de 1993, Liverpool – Inglaterra.
Assassinos: Jon Venables e Robert Thompson (11 anos)


Vítima: James Bulger (2 anos)


Jon Venables e Robert Thompson passaram o dia todo cometendo pequenos roubos dentro de um shopping. Encontraram o pequeno James sozinho num momento de descuido da sua mãe e o sequestraram.


Momento do sequestro. Jon segurando a mão do garoto e Robert mais a frente.
Eles caminharam com o garoto por um longo tempo. O agrediram algumas vezes pelo caminho até chegarem a uma área isolada perto de uma linha de trem. Ao chegar no local, agrediram James Bulger com pedradas, chutes e tijoladas na cabeça. Não satisfeitos tiraram as calças e sapatos do garoto e o espancaram até a morte com uma barra de ferro. Para finalizar, colocaram o corpo sobre a linha de trem e só saíram do lugar quando um trem passou por cima do menino.
Os dois criminosos mirins foram condenados a 250 anos de prisão cada um. Porém, nodia 22 de junho de 2001 os dois assassinos foram libertados graças a ajuda da Corte Européia dos Direitos Humanos que alegou injustiça no julgamento dos garotos.


SEGUNDO CASO
Inglaterra
Assassina: Mary Bell (10 anos)


Vítimas: Brian Howe (4 anos) e Martin Brown (3 anos)


Mãe de Martin Brown e a foto do seu filho.
Mary Bell pode ser considerada a primeira criança seria killer do mundo. A sua primeira vítima foi Martin Brown. O garoto de três anos foi estrangulado e jogado do andar superior de uma casa abandonada no dia 25 de maio de 1968. O crime deu mais confiança a Mary e a fez libertar cada vez mais sua personalidade assassina.
Não satisfeita, dois meses depois da primeira vítima, a menina matou Brian Howe de quatro anos em uma área perto de uma linha de trem onde crianças costumavam brincar em meio a carros abandonados. Mary foi tão fria durante o ato que após estrangular e perfurar as coxas e genitais do pequeno Brian ainda teve a calma de perfurar um M na sua barriga.
Mary Bell foi sentenciada a prisão por tempo indeterminado e foi liberada em 1980 com 23 anos.


Foto tirada no dia em que Mary Bell foi presa.
TERCEIRO CASO
23 de março de 1944 – Carolina do Sul, Estados Unidos

Assassino:
 George Juniu Stinney Jr.  (14 anos)


Vítimas: Betty Junne Binnicker (11 anos) e Mary Emma Thames (8 anos)
As duas garotas brincavam de catar flores quando George que morava por perto as encontrou. O garoto tentou abusar sexualmente de Betty, mas não conseguia porque Mary Emma o estava atrapalhando. Foi então que o garoto decidiu matar a mais nova. Uma garota tentou proteger a outra e terminou que George matou as duas com uma barra de ferro e jogou os corpos em um buraco. As garotas foram encontradas com os crânios quebrados em cinco partes.
Ele foi senteciado a pena de morte na cadeira elétrica. Sua execução aconteceu no dia 16 de junho de 1944, tornando-se assim a pessoa mais jovem a ser executada nos Estados Unidos da América.
QUARTO CASO
2 de agosto de 2004 – Geórgia, Estados Unidos
Assassinas: Sandra Ketchum (16 anos) e Holy Harvey (15 anos).



Vítimas: Sarah Collier (73 anos) e Carl Collier (74 anos)


Holly Harvey morava com seus avós Sarah e Carl. Os dois consideravam obrigação da neta ir a igreja e a proibiram de encontrar-se com a sua namorada Sandra.
As duas psicopatas tiveram a frieza de elaborar um plano completo de como matar o casal de idosos e roubar seus bens. No dia do crime, começaram a fumar maconha no porão para atrair a atenção dos avós de Holly. Infelizmente, os dois caíram na armadilha e foram esfaqueados pela neta e sua namorada lésbica. Sarah levou vinte facadas nas costas e peito e Carl 15 no peito e pescoço.
Holly e Sandra foram condenadas a prisão perpétua em 14 de abril de 2005.


QUINTO CASO
Local: Brasil
Data: desde sempre.
Assassino: Fulaninho Cicraninho (Vulgo: “Dadinho o Caralho, Meu Nome é Zé Pequeno, Porra!”)
Idade: Quaisquer inferiores a 18 anos.


Vítimas: Uma CARALHADA DE GENTE.
“Dadinho” já cometeu vários crimes, dos mais horrendos possíveis. Até hoje vai pra escola somente pra comer merenda, já que não se interessa por nada da matéria e passa a maior parte do tempo enlouquecendo os pobres professores e aliciando as colegas de classe. Já está na quinta série sem nem mesmo saber o que é verbo ou pronome ou quanto é 2+2, mas só “conquistou” esta posição porque o “Abençoado Governo Brasileiro”, querendo “mostrar serviço”, obriga os pobres professores á não reprovar ninguém devido ás “médias de educação”. Já estuprou umas 15 pessoas e certamente mandou mais de 30 pra “cidade dos pé-junto”. Quanto não está matando por prazer ou cometendo latrocínios, fica “passando um bagulhinho” pra “playboyzada lôca-dos-córnos”. Começou cedo na “vida loka” como fogueteiro, mas rapidamente “foi promovido” quando um vagabundo qualquer de mais idade lhe vendeu um revólver 38 contrabandeado do Paraguay.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

NÃO HÁ COMO EXPLICAR .O MASSACRE DE REALENGO RJ


ESSE CINEGRAFISTA AMADOR .....
O PIOR QUE A RECORD AINDA PAGOU PRA ELE.
Oportunista! não demonstrou disposição em ajudar em momento algum, apenas aproveitou da situação para  filmar e vender imagens, inclusive passando orientações erradas, instruindo o aluno baleado que encontrava-se deitado num sofá a ir p a porta da escola, o que poderia agravar uma possível hemorragia. 
Esse cinegrafista é tão filho da puta quanto o psicopata  que o  saiu atirando...

sexta-feira, 4 de março de 2011

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

HOMEM MALUCO MATA A MÃE E É BALEADO PELA POLÍCIA.

Era visível o desequelíbrio do cara, ele nem queria saber se estavam olhando, mesmo a mãe já morta ele ainda deflagrava golpes de machadinho na mulher, por fim a polícia meteu bala nele....Lamentável.
.

COMENTE!!!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...