sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Os 9 ciêntistas do diabo!

9. Paracelsus 1493-1541
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Este Suiço contribuiu muito para a sociedade na sua época com idéias inovadoras e criativas, mas ele se torna parte desta lista pois, um de seus estudos foi muito bizarro, ele tentou desenvolver o que foi chamado de "homunculos", homens de pequena estatura parecido com um "Golem", onde que para isso ele usou partes de seres humanos, como até mesmo cabelos e esperma!


8. Dr. J. Robert Oppenheimer 1904-1967 
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Julius Robert Oppenheimer (Nova Iorque, 22 de abril de 1904 — Princeton, 18 de fevereiro de 1967) foi um físico norte-americano.
Dirigiu o Projecto Manhattan para o desenvolvimento da bomba atómica, durante a Segunda Guerra Mundial, no laboratório nacional de Los Alamos, no Novo México. Foi um dos principais cabeças de uma das maiores catastrofes da humanidade.



7. Alfred Nobel 1833-1897
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 Este camarada ai, o grande homem que tem o nome em um dos prêmios mais importantes do planeta, o prêmio Nobel, nunca foi tão santo assim, ele desenvolveu o uso da nitroglicerina em forma de explosivo, sendo que, o primeiro a matar foi seu irmão em uma explosão acidental em seu laboratório, óbviamente ele também desenvolveu a borracha sintética entre outras coisas, mas o que o torna membro desta lista, é o fato de que a dinamite que ele mesmo adequou ao uso da nitroglicerina, matou milhares de pessoas por todo mundo, pois se espalhou rapidamente, em seu tempo foi popularmente conhecido por alguns como "o mercador da morte".



6. Dr. Jack Kevorkian 1928
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 Jack Kevorkian (Pontiac, Michigan, 26 de maio de 1928) também conhecido como Dr. Morte, se tornou bem conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médico patologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, Kevorkian ajudou a mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos a porem um fim em seus sofrimentosou não.


5. Os membros do Estudo Tuskegee



O Estudo da Sífilis Não-Tratada de Tuskegee foi um ensaio clínico levado a cabo pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos (SPS) em Tuskegee, Alabama entre 1932 e 1972, no qual 399 sifilíticos afro-americanos pobres e analfabetos, e mais 201 indivíduos saudáveis para comparação, foram usados como cobaias na observação da progressão natural da sífilis sem medicamentos.

Os doentes envolvidos não foram informados do seu diagnóstico nem deram consentimento informado, tendo-lhes sido dito que tinham "mau sangue" e que se participassem receberiam tratamento médico gratuito, transporte para a clínica, refeições e a cobertura das despesas de funeral.

Quando o estudo chegou ao fim, apenas 74 dos pacientes da que participavam da experiência estavam vivos; 25 tinham morrido directamente de sífilis; 100 morreram de complicações relacionadas com a doença; 40 das esposas dos pacientes tinham sido infectadas; e 19 das suas crianças tinham nascido com sífilis congénita.
A denúncia do caso à imprensa por um membro da equipa ditou o fim do estudo. Como repercussão deste caso, vários institutos de ética médica e humana foram criados. Foram, também, criados programas governamentais e atribuídas indemnizações para os descendentes e alguns sobreviventes da experiência.

4. Johann Konrad Dippel 1673-1734
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 Johann Conrad Dippel (10 de agosto de 1673 no Castelo Frankenstein (Bergstrasse) - 25 de abril de 1734 no Castelo Wittgenstein, próximo de Bad Laasphe) foi um alquimista, teólogo, e médico alemão (na área de anatomia), conhecido por utilizar técnicas bizarras. Utilizava dois pseudônimos: Christianus Democritus e Ernst Christoph Kleinmann. Sob o pseudônimo de Christianus Democritus publicou muitos livros, a maioria deles ainda está preservado. Dippel disse "Que religião não deve ser um dogma, deve ser amor e auto-sacrifício."

Outra lenda pretende que Dippel desenvolvia pesquisas com cadáveres, na tentativa de trazê-los de volta à vida, e que algumas vezes assinava o seu nome nos cadáveres como "von Frankenstein", mesmo não sendo descendente da família. Mary Shelley (1797-1851) esteve com a família na região alguns meses antes de escrever a obra que a eternizaria, "Frankenstein". Acredita-se que tenha ouvido este folclore e nele se inspirado para criar o enredo da obra, embora jamais tenha feito menção a isso. 


3. Dr. Sigmund Rascher 1909-1945

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 Sigmund Rascher (Munich; Baviera; 12 de Fevereiro de 1909 - 26 de Abril de 1945 Dachau; Alemanha), terceiro filho do médico alemão Hans-August Rascher, foi um médico alemão das SS. Seus experimentos mortais com seres humanos, previstos e executados no campo de concentração de Dachau e Auschwitz, foram julgados como desumanos e cruéis durante os julgamentos de Núremberg.
Certa vez usou 300 pessoas obviamente contra suas vontades em estudos de hipotermia, sendo que, um terço das mesmas morreram, também foi precursor da cápsula de cianeto, muito usada por espiões alemãs quando eram presos, para se suicidarem e não revelarem nada a seus captores! 

2. Dr. Joseph Mengele 1911-1979

Conhecido como o "anjo da morte", este camarada fez muitas coisas bizarras por exemplo. Em suas experiências com seres humanos em Auschwitz, ele injetou tinta azul em olhos de crianças, uniu as veias de gêmeos, deixou pessoas em tanques de água gelada para testar suas resistências, amputou membros de prisioneiros e coletou milhares de órgãos em seu laboratório.

E em caso de sobreviverem suas VÍTIMAS eram assassinadas para a dissecação.

Em cooperação com outros médicos, Mengele tentou também encontrar um método de esterilização em massa; muitas das vítimas foram mulheres a quem injectava diversas substâncias, sucumbindo muitas delas ou ficando estéreis noutros casos.

Mengele fez experiências com ciganos e judeus que tinham doenças hereditárias como nanismo, síndrome de Down, irmãos siameses e outras afecções e dissecou vivas algumas pessoas mestiças, submergindo depois os seus cadáveres numa tina com um líquido que consumia as carnes, deixando livres os ossos. Os esqueletos eram enviados para Berlim como macabro mostruário da degeneração física dos judeus ou outros.

1. Shirō Ishii 1892-1959



Ishii foi um microbiologista eo tenente-general da Unidade 731, uma unidade de guerra biológica do Exército Imperial Japonês durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa. Ele nasceu na antiga Vila de Shibayama Sanbu distrito na província de Chiba, e estudou medicina na Universidade Imperial de Quioto. Em 1932, ele começou seus experimentos preliminares em guerra biológica como um projeto secreto para os militares japoneses. Em 1936, a Unidade 731 foi formado. Ishii construído um grande complexo - mais de 150 edifícios com mais de seis quilômetros quadrados - fora da cidade de Harbin, na China.

Algumas das numerosas atrocidades cometidas por Ishii e outros sob o seu comando na Unidade 731 incluem: a vivissecção de pessoas (incluindo mulheres grávidas que foram impregnados pelos médicos), os presos tiveram membros amputados e recolocado em outras partes do corpo, alguns presos tiveram partes de seus corpos congelados e descongelados para estudar a gangrena tratada.  

Os seres humanos também foram utilizados para casos de teste para granadas e lança-chamas, eram amarrados em diversas distâncias e posições paa ver como explodiam ou queimavam vivos. Os prisioneiros foram injectados com a inoculação de uma doença, disfarçado de vacinas, para estudar seus efeitos. Para estudar os efeitos de doenças venéreas não tratados, presos masculinos e femininos foram deliberadamente infectados com sífilis e gonorréia através de estupro, em seguida, estudados. 

 Os presos foram submetidos a outras experiências torturantes, tais como ser pendurado de cabeça para baixo para ver quanto tempo levaria para sufocar até a morte, tendo o ar injetado em suas artérias para determinar o tempo até o início da embolia, e tendo em urina de cavalo injetadas em seus rins .Outros incidentes incluem privação de comida e água para determinar o período de tempo até a morte, sendo colocados em câmaras de alta pressão até a morte, tendo em experimentos realizados em prisioneiros para determinar a relação entre a temperatura, queimaduras e sobrevivência humana, sendo colocado em centrífugas e girado até a morte, tendo o sangue dos animais injetados e os efeitos estudados, sendo expostos a doses letais de raios-x, tendo testado armas químicas em vários presos dentro de câmaras de gás, sendo injetado com água do mar para determinar se ele poderia ser um substituto para a solução salina e ser enterrado vivo.
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