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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Jorge Paulo Lemann, conheça esse grande brasileiro

Jorge Paulo Lemann, conheça esse grande brasileiro

Jorge Paulo Lemann, conheça esse grande brasileiro

Muitas pessoas acham Eike Batista genial e um grande empreendedor, mas ele vive de tomar dinheiro emprestado do BNDES e afins ou seja vive de fazer projetos com o dinheiro dos outros, por outro lado temos o Jorge Paulo Lemann um brasileiro que podemos nos orgulhar apesar de não gostar de flashes Jorge Paulo Lemann é sim um grande brasileiro, conheça-o melhor
O homem mais rico do Brasil tem uma trajetória excepcional no mundo do negócios. O empresário possui uma fortuna estimada em US$ 19,1 bilhões, quase o dobro de Eike Batista, com US$ 10,8 bi, segundo ranking de bilionários da ‘Bloomberg’.
Descendente de uma família suíça, o bilionário foi pentacampeão brasileiro de tênis, tendo participado de grandes competições, como o torneio de Wimbledon, formado em uma das universidades mais prestigiadas do mundo (Harvard, nos EUA), Lemann começou no mundo dos negócios trabalhando no banco Credit Suisse. Alguns anos depois, na década de 1970, fundou o próprio banco, o Garantia.
O banco foi um divisor de águas no setor no país, com um modelo de gestão baseado na meritocracia, seguindo o exemplo de sucesso do banco norte-americano Goldman Sachs. Os melhores profissionais eram muito bem remunerados e, desta forma, Lemann conseguiu atrair alguns dos mais brilhantes executivos brasileiros.
Jorge Paulo Lemann
A reportagem de capa da edição de 5 de julho de 1999 mostrou como vivia Jorge Paulo Lemann, o homem responsável pela fusão das cervejarias Brahma e Antarctica, que deu origem à AmBev, a maior cervejaria da América Latina.
Lemann começou a diversificar seus negócios ainda na época do Garantia. Em 1989, virou um dos donos da cervejaria Brahma. Já naquela época dizia que a transformaria na maior cervejaria do mundo. Com a venda do banco durante a crise asiática, em 1998, Lemann virou acionista da Gillette, e passou a conviver com o bilionário Warren Buffett, com quem fechou um dos maiores negócios da história da indústria de alimentos, com a compra da Heinz, por US$ 28 bilhões.
Em 1999, Lemann liderou a compra da maior rival no país, a Antarctica. Naquele momento, a Ambev (resultado da fusão entre as duas empresas) se tornava a terceira maior cervejaria do mundo. Hoje, o bilionário brasileiro é um dos principais acionistas da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do planeta, dona de marcas como Budweiser, Stella Artois, Brahma, Skol e Antarctica.
Lojas Americanas
Outra gigante do varejo brasileiro, as Lojas Americanas também pertencem à 3G Capital, empresa da qual Jorge Paulo Lemann é o principal acionista. Após fechar parcerias com Walmart e transformar locadoras Blockbuster em pontos de venda, os controladores criaram uma gigante das compras online, a B2W, da junção com o Submarino.
3G Capital
Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira
3G Capital, de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.
A empresa de investimentos 3G Capital foi criada em 2004, em sociedade com Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. Juntos há três décadas, o trio de investidores forma o time de bilionários brasileiros com maior sucesso nos negócios atualmente.
Um dos pontos altos desta trajetória foi a compra em 2010 da segunda maior rede de fast-food dos EUA, o Burger King, por cerca de US$ 4 bilhões.
Além de Burger King, AB Inbev e Heinz, quando ainda eram sócios da GP Investimentos compraram parte da América Latina Logística (ALL).

Jorge Paulo Lemann um homem reservado

Segundo artigo do jornal “The New York Times”, “a participação de Lemann como grande player no cenário mundial de grandes fusões reflete a ascensão do Brasil como grande potência mundial”.
Apesar de ser uma fera nos negócios, Lemann sempre preferiu o estilo reservado na vida pessoal. Após uma tentativa de sequestro de três de cinco filhos, o bilionário chegou a se mudar para a Suíça.
Uma das prioridades do empresário no momento é o comando da Fundação Lemann, uma organização sem fins lucrativos com objetivo de melhorar a qualidade da educação pública no Brasil.
A família Lemann tem pouquíssimos empregados. As crianças arrumam a mesa das refeições e os visitantes são servidos pelos próprios donos da casa. Lemann anda sem nenhum tipo de segurança.
Lemann, que é filho de suíço, mudou-se com a esposa Susanna para os arredores de Zurique depois que o carro que levava seus três filhos mais novos – o empresário é pai de seis – foi alvejado de tiros em 1999, em São Paulo. A tentativa de seqüestro das crianças Marc, Lara e Kim foi impedida pela blindagem do Passat que os levava e pelo treinamento em direção defensiva feito pelo motorista da família.
O empresário Jorge Paulo Lemann tem uma relação peculiar com Harvard. Ao estudar na universidade, em 61, Lemann aprendeu coisas às quais só soube dar valor muito tempo depois. Falou sobre isso ao discursar no 1º evento do ciclo Grandes Universidades, que trouxe Harvard para o Brasil.
Em Harvard, cercado de pessoas competentes, Lemann adquiriu capacidade de reunir talentos em todos os seus negócios. Além dos ensinamentos sobre meritocracia, senso de propriedade, de sociedade e todos os princípios éticos básicos que nortearam sua vida, Lemann diz ter aprendido muito sobre o poder das idéias e de uma cultura: “Harvard me deu uma visão de longo prazo. É um lugar onde todos querem fazer melhor sempre.”

Comparações entre Jorge Paulo Lemann e Eike Batista

As histórias dos 2 estão entre as sagas empresariais mais vibrantes da história recente do país. A de Eike mostra um empresário criativo, ambicioso, capaz de atirar em várias direções – cujo erro pode ter sido exatamente abarcar setores econômicos em excesso. A de Lemann descortina um império assentado sobre poucas e sólidas ideias, forjadas num início de carreira que, entre outros percalços, registra uma falência e erros de administração.
Como toda aventura humana, as sagas de Lemann e Eike são feitas de sucessos e fracassos. Ambos estão entre os maiores empresários do Brasil e com ambos é possível aprender lições de empreendedorismo

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz


1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 

2. Desista da sua necessidade de controle

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.



Fonte: Guia Ingresse

sábado, 24 de agosto de 2013

DESCOBERTAS DA FELICIDADE

Felicidade é subjetiva. Cada um tem seu próprio conceito de felicidade, embora a maioria adote o conceito do outro para se sentir feliz. Você pode ser o homem mais feliz do mundopassando dias e noites meditando ou pode ser extremamente triste mesmo sendo dono das maiores riquezas materiais que o homem pode ter!
Entretanto, mesmo sendo algo subjetivo, a curiosidade científica se ateve à tais restrições. A Ciência vem procurando descobrir qual é a fórmula da felicidade há tempos. Esse post mostra o que a Ciência vem descobrindo sobre a Felicidade e como alcançá-la. Confira: 
 6. Ingredientes da Felicidade
Dorothy e Totó, Amélie Poulain, dr. House e todo o resto da humanidade, incluindo personagens fictícios e gente de carne e osso, têm em comum a busca obstinada pela felicidade. Seja atrás do arco-íris, nas ruas de Paris ou no hábito reprovável de infernizar a vida alheia, estão sempre procurando os ingredientes de um produto subjetivo e impossível de se achar nas prateleiras. Os psicólogos também se interessam pela fórmula e há décadas investigam a combinação certa dos elementos. Nos anos 1940, o cientista americano Abraham Maslow propôs uma pirâmide de necessidades que, pela ordem hierárquica, significariam o bem-estar da população em geral. Agora, a Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, resolveu checar se ele estava certo. E saiu pelo mundo atrás da receita.
Em parceria com o instituto de pesquisas Gallup, os psicólogos elaboraram perguntas sobre o preenchimento das necessidades básicas humanas, os fatores que desencadeiam sentimentos positivos, como o riso, e aqueles cuja falta levam a sentimentos negativos, como o desrespeito. Quase 61 mil pessoas de 123 países, incluindo o Brasil, responderam às questões. De acordo com os pesquisadores, a amostra representa 95% da população do planeta, pois investigou indivíduos de todos os continentes, moradores de áreas urbanas e rurais. Com poucas variações culturais, os psicólogos descobriram que é possível identificar os ingredientes universais da felicidade.
Além da pirâmide de Maslow, Louis Tay e Ed Diener basearam-se em teorias de outros cientistas sociais e construíram uma metodologia própria. Eles pesquisaram a importância do preenchimento de necessidades básicas, como alimentação e moradia, e de fatores subjetivos do bem-estar, como estima e respeito, sob três pontos de vista. Primeiro, pediram que os participantes do estudo escolhessem, pela ordem hierárquica, quais elementos mais pesavam na hora de avaliar suas vidas. Depois, perguntaram a importância de cada um deles na geração de sentimentos positivos ou negativos.
“Procuramos examinar a associação de seis elementos sob cada uma dessas três perspectivas, com o objetivo de responder a várias questões”, diz Louis Tay. Os cientistas queriam saber, entre outras coisas, se o bem-estar geral estava associado ao preenchimento de todas as necessidades básicas e quais os fatores considerados mais importantes pela população.
Quando questionados sobre os principais ingredientes da felicidade na avaliação geral de suas vidas, os participantes do estudo elegeram a seguinte ordem: necessidades básicas, relacionamentos sociais, domínio (fazer alguma coisa melhor do que outros), autonomia, respeito e segurança. Mesmo em penúltimo lugar, o respeito é um fator importante. Perguntados sobre quais desses elementos haviam despertado sentimentos positivos, como riso, ou negativos, como tristeza, nos últimos dias, os respondentes apontaram o respeito – ou a falta dele – nos dois casos.
5. E nós brasileiros, somos felizes?
Segundo Tay, entre 123 países, o Brasil ficou no 32º lugar no ranking, considerando a importância atribuída aos seis elementos avaliados. A nação se saiu bem quanto à satisfação dos sentimentos positivos: 14º. Já a falta de estima, segurança, respeito, relacionamentos e domínio não parece afetar tanto os brasileiros, pois o país alcançou a 89ª posição quando os participantes tiveram de apontar o quanto essas questões interferiam em suas vidas de forma negativa. Para 70% da população nacional, as necessidades básicas são preenchidas, o que deixou o país em 59º lugar nesse quesito. Mas os brasileiros estão se sentindo inseguros. “Trinta e cinco por cento disseram que estão satisfeitos quanto à segurança, colocando o Brasil na 109ª posição”, conta o psicólogo de Illinois.
De acordo com o cientista social Ed Diener, que também participou do estudo, na avaliação universal, quanto maior a satisfação dos elementos da base da pirâmide, considerados os mais importantes, mais o indivíduo é feliz. Além disso, o preenchimento do maior número possível de variáveis associadas às necessidades básicas – dinheiro, comida e moradia por exemplo – está relacionado a um nível maior de sentimentos positivos. Mas ele alerta que ter algo em demasia não significa ser feliz.
Mesmo que alguém tenha um salário milionário ou seja bastante respeitado, se os outros ingredientes estiverem fora da receita o bolo vai desmoronar. “Como vitaminas, cada um dos elementos é necessário de forma independente. Ter uma quantidade excessiva de determinada vitamina não tira a necessidade de o organismo ser suprido por outras. Todos os elementos devem contribuir para o bem-estar. Só porque alguém tem acesso a muita comida e segurança, isso não supre a importância do convívio social”, esclarece, lembrando que Maslow já fazia essa comparação entre as vitaminas e os fatores importantes para a felicidade.
4. O gene da Felicidade
Esqueça dinheiro, fama e boa aparência. Suas maiores chance de ser feliz e contente com sua vida vêm um par de um gene em particular.
 Isso é verdade pelo menos para 2.574 adolescentes dos EUA que responderam a um questionário sobre sua satisfação com a vida, ou a falta dela.
“É a primeira constatação formal de um gene da felicidade, embora eu tenho certeza que outros serão encontradas”, comenta Jan-Emmanuel de Neve, da Faculdade de Economia e Londres, e co-autor do estudo.
As pessoas mais felizes tendem a ter uma variante longa do gene chamado 5-HTTLPR. Este gene produz uma molécula transportadora de serotonina, uma substância química que os neurônios utilizam para se comunicar uns com os outros. A variante longa ajuda a reciclar a serotonina mais rapidamente e mais eficientemente do que as variantes curtas.
De Neve extraiu seus dados do Estudo Nacional dos EUA de Saúde Adolescente, que tem seguido o mesmo grupo de adolescentes há 13 anos, de 1995 a 2008. As informação sobre genes neste estudo permitiu-lhes distinguir os voluntários entre quem tinha duas versões longas de 5-HTTLPR e quem tinha duas versões curtas, ou uma de cada.
Os entrevistados com as duas versões longas se mostraram ser duas vezes mais propensos a dizerem que estavam muito satisfeitos com a vida em comparação com os portadores das versões curtas.
Por outro lado, 26% das pessoas com duas versões curtas do gene disseram que estavam insatisfeitos com a vida, em comparação com 20% dos portadoras das variantes longas.
De Neve diz que ainda não está claro como a velocidade de reciclagem de serotonina afeta o humor, mas é óbvio que afeta. “A versão mais eficiente parece influenciar a predisposição para a felicidade”, resume ele.
Os resultados encontrados pela pesquisa atual coincidem com um estudo anterior, que concluiu que pessoas portadoras das duas variantes longas são mais otimistas.
“Não há dúvida de que a evidência está crescendo que o transportador de serotonina está envolvida em diversos níveis de vulnerabilidade emocional e bem-estar”, assegura Elaine Fox, da Universidade de Essex em Colchester, Reino Unido, que liderou o estudo sobre o otimismo.
De Neve salienta, no entanto, que muitos outros fatores influenciam em nosso bem-estar. “Não se pode encará-los como genes deterministas”, ressalta. “Se você for muito azarado em toda a sua vida, perder o emprego ou parentes próximos, será uma fonte maior de tristeza do que o fato de você carregar alguns genes em especial”, conclui.
 3. Felicidade feminina cai de forma absurda
Nas últimas 4 décadas, as mulheres americanas conseguiram quase tudo o que o movimento feminista as prometeu. Que sorte! Felizes agora? Não, não estão!
Por todo o mundo industrializado, por onde o feminismo igualitarista passou suas poeira mágica as mulheres relataram que elas estão consideravelmente menos felizes e satisfeitas do que as mulheres ignorantes, oprimidas do patriarcado, vestidas de aventais do passado. A ciência agora procura resposta para essa falta de senso lógico da falta de restrições diminuir a felicidade e já aposta em uma hipótese: a natureza primitiva nas mulheres ainda tem poder de influência sobre seu comportamento.
O paradoxo do declínio da felicidade feminina, um novo estudo conduzido pelos acadêmicos de Wharton, Betsey Stevenson e Justin Wolfers, descobriram que a felicidade da mulher ocidental esteve declinando firmemente no exato período em que o feminismo estava mostrando suas garras.
“Dado a virada ―de direitos e poder de barganha dos homens em direção as mulheres no últimos 35 anos, mantendo tudo constante, nós podemos esperar assistir uma diminuição da felicidade das mulheres e aumento na dos homens”, o autor escreve.
Como pode isso? Afinal de contas, o feminismo não atingiu aquilo que queria? As mulheres hoje em dia não são apenas livres para buscar educação mas também emprego, escolher o marido e tantas outros acessos que são resultados diretos da luta feminista.
E no fim das contas, isso terminou por deixá-las mais infelizes. Vai entender?
Os autores do estudo relatam que ainda é cedo para levantar “certezas”, porém, algumas linhas de raciocínio já foram abordadas e consideradas, entre elas a sobrecarga da mulher ocidental, que além de trabalhar tem que cuidar da família e o percentual de mulheres que engravidam solteiras e depois tem que arcar com toda a instabilidade de criar um filho sozinha.
2. Felicidade é contagiosa
Estudo publicado na revistacientífica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada “à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente”.
Pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como e o quanto as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.
Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.
“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.
E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).
“Pessoas que estão cercadas de pessoas felizes e aqueles que são centrais nessas redes de relações têm mais tendência a serem felizes no futuro”.
A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.
Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).
Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.
O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade.
Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros
Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.
Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.
Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: “Me sinto esperançoso em relação ao futuro”; “Eu fui feliz”; “Eu aproveitei a vida” e “Eu me senti tão bem como as outras pessoas”.
Para chegar ao conceito de “felicidade” usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.
Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, “faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade”.
“O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes.”
Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.
“A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde.”
“Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde”, disse ele.
1. 341 mil por ano compra a felicidade!
Dinheiro compra felicidade? Na opinião da maior parte das pessoas, sim. Foi o que apontou uma pesquisa da consultoria de investimentos Skandia International, que entrevistou mais de cinco mil pessoas em 13 países, inclusive no Brasil (com 217 entrevistados).
O estudo Wealth Sentiment Monitor (algo como monitor do sentimento de riqueza) identificou que 80% das pessoas entrevistadas acreditam sim que dinheiro compra felicidade. E mais do que isso, a felicidade tem um preço bem definido, segundo a pesquisa.
A média global apontou que a renda anual necessária para ser feliz é de 161,810 mil dólares, equivalente a quase 341 mil reais. Para garantir esse valor, a renda mensal de uma pessoa precisaria ser de cerca de 13,484 mil dólares, pouco mais de 28 mil reais.
Como lembra a Skandia International, o dado de sensação de felicidade é alarmante, pois a renda anual geral calculada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) no mundo gira em torno de 10,700 mil dólares por ano, ou pouco mais de 22 mil reais.
A pesquisa também apontou quanto uma pessoa precisa acumular para que possa ser chamada de próspera. A visão global apontou para uma média de 1,8 milhão de dólares, ou 3,792 milhões de reais.
Bônus: Sêmen deixa as mulheres felizes
Um dos segredos para a felicidade feminina pode estar no sêmen. Segundo um estudo feito pela New York State University, o contato com o líquido deixa as moças mais felizes e pode ajudar no combate à depressão. Isso porque a substância influencia quimicamente os níveis de humor femininos.
Os pesquisadores compararam a saúde mental e a atividade sexual de 293 mulheres. Cada participante efetuou alguns testes e respondeu anonimamente a um questionário sobre sua saúde, comportamento e atividade sexual.
De acordo com a pesquisa, o líquido seminal contém três substâncias que alteram o humor: cortisol – responsável por aumentar a afeição – além da estrona e oxitocina. As duas últimas substâncias elevam o humor. Ou seja, seu marido é diretamente responsável pela sua “alegria”.

VÍCIO EM SEXO É REAL?


Na versão recentemente atualizada de sua influente caderneta de saúde mental, a Associação Psiquiátrica Americana incluiu novos transtornos como compulsão alimentar e acumulação compulsiva, mas deixou de fora o vício em sexo.
Profissionais de saúde mental não concordam quanto à identificação, classificação ou tratamento do vício em sexo, formalmente conhecido como transtorno hipersexual, e um novo estudo desafia se esta condição, difícil de ser categorizada até para os profissionais da área, pode realmente ser chamada de vício.
A nova pesquisa sugere que quando as pessoas com sinais de desordem hipersexual olham para imagens pornográficas, elas não apresentam o padrão de ondas cerebrais tradicionalmente associado com um vício.
A pesquisadora Nicole Prause, psiquiatra da Universidade da Califórnia (UCLA), EUA, e seus colegas de estudo recrutaram 39 homens e 13 mulheres que possuíam dificuldades para controlar seus hábitos de ver pornografia, com diferentes graus de severidade. “Por exemplo, alguns participantes apenas queriam ver menos pornografia, outros tinham problemas com o cônjuge e, nos casos mais extremos, essa condição resultou na perda do emprego”, conta Prause.
No estudo, os participantes foram apresentados a uma série de imagens, incluindo um conjunto que apenas insinuava sexo e outros que mostravam a penetração explícita, todos misturados com mais fotos que não se destinavam à excitação sexual, como uma foto de um corpo mutilado ou alguém preparando alimentos.
Os pesquisadores usaram a eletroencefalografia (EEG), uma técnica não invasiva que usa uma espécie de capacete de eletrodos para medir as ondas cerebrais, para observar os padrões de atividade dos neurônios dos participantes durante cerca de 300 milissegundos após a exibição de cada imagem. Em estudos anteriores, as ondas cerebrais de viciados em drogas aumentou nesse período de 300 milissegundos (ou p300), quando foram mostradas imagens de equipamentos ligados a drogas.
Se as pessoas que tinham problemas com pornografia e estavam à procura de imagens sexualmente explícitas mostrassem atividades cerebrais similares ao p300, isso poderia sugerir que seus hábitos excessivos são comparáveis à dependência de drogas. Entretanto, a equipe de Prause não encontrou qualquer padrão.
“Não houve picos de ondas cerebrais no período de 300 milissegundos associados a problemas mais graves com estímulos sexuais. O fator que melhor previu uma forte resposta a essas fotos foi ter uma alta libido”, explica Prause.

Porém, se isso não é vício, o que é?
Segundo Rory Reid, psicólogo e pesquisador que também trabalha na Universidade da Califórnia, mas que não esteve envolvido no estudo, os resultados não desconsideram os problemas reais das pessoas com distúrbio hipersexual, mas sim, desafiam se uma hipótese de dependência é a melhor explicação para o comportamento hipersexual.
Reid participou de um estudo em outubro passado que descreveu as pessoas com transtorno hipersexual como tendo fantasias sexuais recorrentes e intensas, impulsos sexuais e comportamento sexual que duram pelo menos seis meses e interferiram na vida, causando malefícios que não são ocasionados por outros fatores como drogas ou outros transtornos mentais.
Porém, o comportamento de uma pessoa hipersexual não é de forma intrinsecamente anormal como é em outros transtornos, como a pedofilia. Por esse motivo, alguns pesquisadores argumentam que o diagnóstico do vício torna patológico um impulso sexual normal. De acordo com Reid, figuras públicas como Tiger Woods, que procuram tratamento para dependência de sexo em clínicas especializadas (e caríssimas), fazem pouco para dissuadir a opinião pública de que o diagnóstico é mais do que uma desculpa para trair sua parceira.
Esse estudo destaca que chamar o transtorno hipersexual de “vício em sexo” pode ser prematuro. A pesquisa de Prause não teve como objetivo colocar em xeque a legitimidade dos problemas relacionados com a desordem hipersexual e ainda há muitas perguntas sem resposta sobre o assunto.
Futuras pesquisas podem mostrar que essas características podem ser mais adequadamente descritas como um transtorno compulsivo ou uma sensibilidade à recompensa, projeta Reid. O circuito de recompensa do cérebro é responsável pelas sensações de prazer que o ser humano experiencia ao tomar sorvete ou usar uma droga que vicia.
Especialistas indicam que houve outras limitações na nova pesquisa, tal como uma amostra restrita. Um conselho institucional proibiu os autores do estudo de utilizar pacientes em tratamento para dependência de sexo, temendo que a exposição a estímulos sexuais poderiam causar uma recaída.
Em vez disso, Prause e seus colegas usaram anúncios para recrutar pessoas na comunidade de Pocatello, no estado de Idaho, local onde, segundo fontes locais, muitas pessoas tinham problemas com seus hábitos pornográficos. Os cientistas do estudo afirmaram que essas pessoas recrutadas possuíam resultados semelhantes em uma escala de compulsão sexual que os pacientes com problemas típicos hipersexuais.
Segundo Rory Reid, os pacientes hipersexuais, no entanto, muitas vezes enfrentam problemas que vão além da pornografia. Enquanto muitos relatam problemas com o erotismo, alguns pacientes não podem deixar de visitar prostitutas e outros não conseguem se controlar quando o assunto são amantes.
Reid, porém, elogiou Prause e sua equipe por trazer mais informações para o debate sobre o que está por trás do chamado vício em sexo. Ele espera que um dia seja possível criar um modelo cientificamente testado para o distúrbio, que ajudaria os médicos e psicólogos a melhor abordá-lo.
“Se conseguirmos desenvolver uma teoria coerente para explicar esse fenômeno, então essa teoria também pode nos ajudar a desenvolver tratamentos”, espera Reid.
Prause enfatiza que estes são os primeiros resultados de ondas cerebrais já realizados sobre o assunto. Ela lembra que o estudo facilmente pode e deve ser replicado por outros cientistas para confirmar as descobertas. A pesquisa foi detalhada online em 19 de julho na revista Socioaffective Neuroscience and Psychology. 

IDROLATRIA

Sobre a idolatria evangélica

A idolatria evangélica se consolida de maneira incontestável. Não há como escapar das evidências gritantes que denunciam esta crescente onda de se prestar culto a deuses que vão sendo criados, sacramentados e adorados nos altares levantados pelo povo outrora avesso a tal prática. Os templos deixaram de ser lugares de adoração e se transformaram lugares adorados.



“Portanto, meus amados, fugi da idolatria.” 

- Co 10.14



A idolatria por templos há muito vem se instalando entre as denominações que disputam a primazia arquitetônica. A idolatria aqui se configura nos milhões investidos em igrejas repletas de artifícios high tec, mas podem se manifestar no pretensioso e ambicioso futuro centro de romaria gospel que a seita IURD irá construir em São Paulo.

Podemos encontrar templos que consumiram milhões em dízimos e ofertas que hoje estão abandonados, porém, o cúmulo do absurdo é saber que há até denominações cometendo a insensatez de transformar templo em museu!


A pastorlatria, a bispolatria e a apostolatria chegam a níveis tão escabrosos que alguns deles já se auto intitulam “pais” e “patriarcas” – isto é idolatria pra diabo nenhum botar defeito!

Homens e mulheres que deveriam levar as pessoas a adoração ao único Deus, roubam a glória do Criador com suas excentricidades e performances recheadas de efeitos especiais; com técnicas de oratória e muito, muito jogo de cena. Estes são capazes de gerar catarse coletiva em estádios lotados de gente ignorante das verdades bíblicas. Os tais estão longe da vida piedosa e da santidade características de verdadeiros servos de Deus.

Na era das celebridades instantâneas, cantores, bandas e outros artistas do meio evangélico levam platéias ao delírio – plateias estas, em sua grande maioria, atraídas pelos espetáculos de luzes e sons ou simplesmente interessados em seus ídolos, nada mais. Alguns ensaiam gritos que confessam seus pecados ao escancararem sua apostasia: “…cadê você, eu vim aqui só pra te ver”.



Não poderia deixar de comentar sobre as famigeradas e idolátricas campanhas e correntes que se instalaram de tal maneira nas mais distintas denominações, deformando a prática da fé de tal forma que muitos crentes de hoje são tão viciados em patuás e mandingas à moda evangélica que muitos deles não dão um passo sequer sem certas práticas ritualísticas, ou sem seus objetos de sorte. É fogueira santa pra cá; é sal grosso e rosa ungida pra lá… Enfim, tudo tão semelhante ao paganismo e pra macumbeiro nenhum botar defeito!

Mas, ainda há muitas coisas que os crentes modernos idolatram. Em tempos de supervalorização da estética e apego material, há muitos crentes que idolatram seus próprios corpos, que dedicam horas e horas para alcançar um bumbum perfeito, mas não encontram tempo para orar e praticar devocional bíblica. Há os que idolatram seus bens, suas famílias, seus hobbies, suas empresas, suas agendas e até suas carreiras.



Toda idolatria é demoníaca, logo, crentes idólatras estão desviados e não têm parte com Deus. É preciso que haja reconhecimento de que tais práticas são reprováveis; faz-se também necessário o arrependimento e conversão genuínos, seguidos de sincera decisão em viver sob o domínio do Espírito Santo e a regência da Palavra. Só assim haverá libertação.
Pr Aécio Felismino da Silva



do site http://pulpito-virtual.blogspot.com.br em 23/08/2013


Read more: http://www.rochaferida.com/2013/08/sobre-idolatria-evangelica.html#ixzz2cus8gh00


quinta-feira, 19 de abril de 2012

SAIBA ESCOLHER UM Smartphone.

Você quer um novo smartphone, encontrou alguns modelos que agradam mas não sabe qual escolher? Faça estes testes rápidos para encontrar o melhor.
Imagine o cenário: você precisa de um novo smartphone, visita algumas lojas e encontra três modelos que lhe agradam, mas não sabe qual deles escolher. Nessa hora os testes simples abaixo, que podem ser feitos na própria loja, podem ajudá-lo a se decidir.

Note que eles fornecem apenas parte da informação de que você precisa para se decidir pela compra. Obviamente há características como o preço, design e confiança na marca, que você também tem de levar em conta e que não cobrimos aqui. Encare nossas dicas como um “critério de desempate”.

O número de testes que você poderá realizar varia de loja para loja. Em algumas você irá encontrar smartphones funcionando e prontos para o uso (e teste), enquanto em outras verá aparelhos “trancados” atrás de uma caixal de acrílico, ou sequer ligados.

Nosso conselho? Compre nas lojas que permitem que você experimente o produto. E evite aquelas que insistem em manter nas mesas e prateleiras aparelhos sujos ou visivelmente danificados (acredite, já vimos isso!): se elas mal se preocupam em atrair o consumidor, imagine como é o pós-venda!

Tela

Não são muitos os aparelhos que vem com amostras de imagens na galeria, mas você pode ter uma idéia da qualidade da tela analisando os papéis de parede inclusos no sistema. Em um smartphone Android, toque por alguns segundos em um espaço vazio na tela e selecione “Papéis de Parede / Galeria de Papéis de Parede” no menu.

Abra alguma das imagens e observe a nitidez e cor da imagem na tela. Veja se as áreas escuras não são acinzentadas, e se as áreas claras são adequadamente brilhantes. Observe a tela sob vários ângulos, e veja se as cores distorcem ou a tela escurece. Se isso acontece com uma mínima mudança no ângulo é sinal de uma tela de baixa qualidade.

Abra uma página web e observe o texto na tela. Veja se as letras são nítidas e fáceis de ler.

Sensibilidade ao toque

Abra o aplicativo de mensagens de texto e use o teclado virtual para digitar algumas frases. Veja como o teclado responde aos toques, e quantos erros você cometeu depois de digitar por alguns segundos. Muitos erros podem ser sinal de uma tela imprecisa, que deixa de registrar um toque ou que o registra fora do local correto.


Fuja de aparelhos com telas resistivas, que exigem "força" para registrar um toque

O ideal é que a tela reaja ao mais leve toque na tela. Isso é sinal de uma tela capacitiva, o melhor tipo atualmente em uso. Ter de “apertar” a tela para que ela reaja ao toque, muitas vezes com uma canetinha plástica, é sinal de uma tela resistiva, uma tecnologia mais antiga. Além de reagir mais lentamente aos toques, estas telas são menos precisas e geralmente incapazes de registrar múltiplos toques simultâneamente, o que prejudica a digitação e torna até mesmo impossível rodar alguns jogos.

Câmera

Faça algumas fotos e analise os resultados. Em ambientes iluminados as imagens devem ser nítidas e coloridas. Imagens “lavadas”, com as cores esmaecidas, são um mal sinal. Sob pouca luz é importante analisar se não há “ruído” (um aspecto “granulado”) em excesso, o que pode prejudicar a imagem.

Grave também um pouco de vídeo, e observe se o aparelho consegue manter a cena sempre em foco, se a imagem não é escura demais ou se não há distorções. Em alguns aparelhos as imagens em movimento tendem a “balançar” de forma desigual, um problema conhecido como “efeito gelatina”.

Não cometa o erro de associar resolução à qualidade de imagem. Já vimos aparelhos com câmeras de 8 MP que fazem fotos e vídeo piores do que outros com câmeras de 5 MP. E desconfie de números altos demais: aquele smartphone de R$ 300 que promete uma câmera de 12 MP muito provavelmente está mentindo: no momento este é um recurso encontrado em poucos aparelhos, muito mais caros.

Design

O tamanho do aparelho é adequado para você? Veja se ele se encaixa bem em sua mão (se você tem mãos pequenas, evite aparelhos com telas maiores do que 4”), e se não é pesado demais. Também analise se ele cabe no bolso da sua calça, sua bolsa ou outro lugar onde pretenda carregá-lo.

Acelerômetro

Seguro o aparelho “em pé” (modo retrato) ou “deitado” (modo paisagem) e veja se a tela reage rapidamente à mudança de orientação. Se houver um jogo de corrida instalado abra-o e, segurando o smartphone como um volante, veja como o “carro” na tela reage aos seus movimentos.


Mude a orientação do aparelho e veja se a tela consegue acompanhar seus movimentos

Processador

Se houver algum vídeo de amostra pré-carregado no aparelho, abra-o. Se a imagem “engasga” ou pula, ou se o áudio começar fica fora de sincronia com a imagem, isso é sinal de um processador fraco. Abra um jogo (se houver algum), e observe a fluidez dos gráficos e a reação aos comandos.

Por incrível que pareça, além de divertido Angry Birds é um ótimo teste para um smartphone, já que apesar dos gráficos simples ele é um jogo “pesado” graças à simulação da física do vôo e impactos entre os pássaros e os objetos na tela.

Lance um pássaro e observe o movimento da imagem durante o vôo. Ela não deve engasgar. A mesma coisa vale para quando a “fortaleza” dos porcos for atingida: se subitamente o jogo ficar mais lento quando as coisas começarem a cair, é sinal de que o processador não está dando conta. Aproxime e afaste o cenário (usando o gesto de pinça) e veja como o aparelho reage aos gestos sobre a tela. Quando mais rápido, melhor.

Outro teste é abrir no navegador um site complexo e com muitas imagens (como um portal) e rolar a página. O ideal é que a rolagem seja o mais suave possível, sem engasgos.

Som

A qualidade de som, com ou sem fones, também é importante

Abra uma música de amostra (se houver alguma pré-instalada) e toque-a usando o media player padrão. Observe o som do alto-falante interno do aparelho: ele é de boa qualidade ou parece um telefone de latinha? Plugue também seus fones de ouvido favoritos. Além da qualidade do áudio, verifique também o volume.


Via: IDG NOW!

domingo, 15 de abril de 2012

Hímen artificial: como se fosse a primeira vez



Até alguns dias atrás um peculiar produto chamado "virgin maker" estava causando furor na China, ajudando mulheres, que haviam perdido a virgindade, a enganar a seus namorados e futuros maridos e manter uma imagem imaculada. Mas no último mês este produto tão desejado foi retirado das prateleiras depois que médicos advertissem que podia causar graves infecções.
O "virgin maker" contém um pequeno envelope que desprende um líquido rosáceo similar ao sangue quando a parede vaginal sofre certa pressão, para deste modo fazer com que os homens acreditassem que estavam tendo relações com uma mulher que nunca havia se deitado com outro. As mulheres chinesas consideram que ser virgem é um fator muito importante para ganhar "o coração de um homem", uma mentalidade que pode ser encontrada também em muitos lugares do mundo e que remete evidentemente a um paradigma um tanto retrógrado de posse.

Algumas mulheres inclusive se suicidam intimidadas por não produzir o selo de sua esperada virgindade no leito nupcial. Estranhamente em algum momento da história, a deusa orgástica especialista nas artes do amor cedeu terreno à deusa virginal, de casta pureza.

Os chips de sangue virginal eram vendidos on-line na página Taobao.com, onde exibiam resenhas como as seguintes:

- "É um verdadeiro sucesso! Meu noivo está muito satisfeito me liga todos os dias".
- "O sangue parecia um pouco falso e eu estava muito nervosa, mas com pouca luz foi todo muito bem e deu certo. Ele me pediu em casamento."
As garotas que usam este produto devem ficar horrorizadas se por alguma razão o suposto desvirginador quiser examinar um pouco mais de perto a sua "flor", mesmo que seja para dar-lhes prazer se, lógico, seguirem o protocolo de uma relação sexual à moda antiga.

Ainda que este hímen artificial tenha sido proibido na China, é possível conseguir uma versão no site Hímen Artificial, que oferece o produto por apenas $9.49 dólares:

"Qualquer seja a razão, o hímen artificial é a melhor solução. O hímen artificial foi desenhado para simular a perda de sangue ao perder sua virgindade. Seu segredo se manterá para sempre e poderá se casar com toda a confiança!

Apenas $9.49 por um hímen artificial... sem cirurgia... sem dor... sem medicamentos... sem efeitos colaterais. ENVIO GRÁTIS discreto para todo mundo. Dois hímens artificiais por caixa".
Apesar da característica cômica da história toda e dado o fato de que poucas podem assumir o custo de alguns mil reais para fazer uma cirurgia de reconstrução do hímen, em alguns países do mundo, onde ainda é necessário provar a virgindade na hora do casamento, um produto como este pode ser a diferença entre a vida e morte de uma noiva na noite de núpcias.

Também já ouvi falar muito sobre pedra-ume e da mesma forma dizem que se lavar direitinho com um unguento ou chá feito com três penas de pássaro Dodô pode resolver o problema. Será que funciona?

O que você acha da operação de restauração de virgindade?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que um brasileiro inteligente fala do BBB

Luis Fernando Veríssimo, cronista e escritor brasileiro NÃO escreveu este texto, mas milhares de e-mails circularam na internet dizendo que o texto era dele. Eu fui um dos que receberam a mensagem com a assinatura equivocada. O autor chama-se Marcelo Guido e faz alusão ao BBB de 2010. Então creio que a coisa ficou ainda pior, pois 2 anos depois ele (o texto) continua atual e infelizmente vemos que nada mudou em relação ao cancro televisivo chamado Big Brother Brasil.



Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo.

Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE.

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.


Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por trás dos $$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.


COMENTE!!!!

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