sábado, 17 de outubro de 2009

INSANIDADE, OBCESSÃO, FANATISMO, OU SIMPLISMENTE MALDADE..



O império vulnerável
11 de setembro de 2001, Nova York, Washington e sul da Pensilvânia (EUA)

• Mortos: mais de 3.000 inocentes e 19 terroristas
• Feridos: milhares de pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda

• O maior atentado terrorista da História: quatro boeings seqüestrados e transformados em armas com milhares de galões de combustível; dois arranha-céus na cidade mais famosa do mundo convertidos em grandes caixões de cimento e ferro; a sede do poder militar da maior potência mundial atacada.





Ataque ao coração da cidade
7 de julho de 2005, Londres (Grã-Bretanha)

• Mortos: 50
• Feridos: mais de 700
• Culpados: reivindicou o ataque o Grupo da Al Qaeda na Organização da Jihad na Europa

• Pouco antes das 9h da manhã, quatro bombas explodiram com pequenos intervalos. A primeira explosão ocorreu no metrô, num trem que corria perto da estação de Liverpool Street; a segunda ocorreu entre as estações Russell Square e King's Cross; a terceira, em Edgeware Road; e por fim, um ônibus foi atingido no centro da cidade. As bombas nos metrôs estavam em mochilas, no chão dos vagões. A explosão do ônibus ainda está sob investigação.






Assassinato de crianças
3 de setembro de 2004, Beslan (Ossétia do Norte, Rússia)

• Mortos: mais de 200, a maioria crianças
• Feridos: mais de 700 feridos
• Culpados: terroristas islâmicos chechenos e árabes

• Três dezenas de terroristas, maioria chechenos, militantes separatistas vindos de uma republica autônoma da Federação Russa, sitiaram 1.200 pessoas durante três dias numa escola que celebrava o primeiro dia de aula. Das vítimas, 70% eram crianças, professores e pais. As forças policiais russas invadiram a escola e a maioria dos terroristas foi morta. Mas o saldo foi mais de 200 mortos e mais de 700 feridos.




Morte a caminho do trabalho
11 de março de 2004, Madri (Espanha)

• Mortos: 200 pessoas
• Feridos: mais de 1.500 pessoas
• Culpados: terroristas islâmicos

• Uma série de bombas explodiu num intervalo de cinco minutos, entre 7h39 e 7h44 de uma quinta-feira. Dez bombas escondidas em mochilas dentro de trens metropolitanos em três estações de Madri - Atocha, principal ponto de conexão entre trens e o metrô no centro de Madri, El Pozo e Santa Eugenia. Foi a maior carnificina numa grande capital européia desde a II Guerra.

O alvo, sinagogas
15 e 20 de novembro de 2003, Istambul (Turquia)

• Mortos: 52
• Feridos: mais de 450
• Culpados: A Al Qaeda assumiu a autoria das duas ações

• No sábado, dia 15, terroristas suicidas explodirem diante de duas sinagogas de Istambul, matando 25 pessoas. Cinco dias depois, carros-bombas explodiram na agência central do banco inglês HSBC na capital turca pela manhã, deixando 27 mortos.


O pacificador é morto
19 de agosto de 2003, Bagdá (Iraque)

• Mortos: 23
• Feridos: mais de 100
• Culpados: O líder terrorista Abu Al-Zarqawi (da Al Qaeda) assumiu responsabilidade pela ação.

• Um caminhão-bomba detonou uma carga de 700 quilos de explosivos, pondo abaixo uma ala inteira do prédio de dois andares numa área central de Bagdá. Entre as vítimas, o chefe da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) no Iraque, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, 55 anos, que havia assumido o cargo de trabalhar pela paz no país havia duas semanas.


O massacre no paraíso
12 de outubro de 2002, Bali (Indonésia)

• Mortos: mais de 200 pessoas
• Feridos: mais de 300 pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos da facção Jemaah Islamiah, ligados à rede Al Qaeda

• O terror islâmico atacou jovens turistas e surfistas estrangeiros, arrasando boates, lojas, cafés e bares na ilha. Entre os mortos estavam cidadãos de vinte nacionalidades diferentes. Foi o maior atentado recente contra turistas estrangeiros no exterior. Bin Laden, por carta, se disse feliz.


Sangue no Teatro
23 de outubro de 2002, Moscou (Rússia)

• Mortos: 118 inocentes e 54 terroristas
• Feridos: 146 pessoas
• Culpados: muçulmanos separatistas da Chechênia

• No segundo ato da peça em cartaz no Palácio da Cultura, os fuzis dos chechenos renderam público e atores. O governo russo se viu diante do eterno dilema apresentado pelo terror: ceder e negociar ou apenas atacar? Vladimir Putin ordenou a sangrenta invasão do teatro. Sua população o apoiou.


Surge Bin Laden
7 de agosto de 1998, Nairóbi (Quênia) e Dar es Salaam (Tanzânia)

• Mortos: 301 pessoas
• Feridos: mais de 5.000 pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda

• 
O cartão-de-visitas do atual inimigo número 1 dos EUA foi um duplo ataque a embaixadas americanas em países muçulmanos da África. Alinhados com a principal bandeira de Bin Laden - a expulsão dos "infiéis" das terras sagradas do Islã - os ataques foram uma prévia do que seu inimigo era capaz.

O inimigo interno da América
19 de abril de 1995, Oklahoma City (EUA)

• Mortos: 166 pessoas
• Feridos: centenas de pessoas
• Culpados: extremistas de direita ligados a milícias

• Quando uma van recheada de explosivos caseiros rasgou um prédio do governo ao meio na pacata e interiorana Oklahoma City, as suspeitas logo recaíram sobre homens de barba e turbante e Corão na mão. Os assassinos eram brancos e americanos. Foi o maior atentado nos EUA até setembro de 2001.

Fanáticos do Sol Nascente
20 de março de 1995, Tóquio (Japão)

• Mortos: 12 pessoas
• Feridos: 5.700 pessoas
• Culpados: integrantes da seita Aum Shirinkyo

• Uma nuvem de gás Sarin invadiu o metrô lotado na maior cidade do planeta e provou como as grandes metrópoles do mundo estão vulneráveis ao terror. Desta vez, os fanáticos não eram muçulmanos, mas sim membros de um culto apocalíptico. Foi o único grande atentado com armas químicas da História.


Ódio árabe na América do Sul
18 de julho de 1994, Buenos Aires (Argentina)

• Mortos: 86 pessoas
• Feridos: 200 pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos ligados à rede Al Qaeda

• O maior ataque cometido na América Latina pôs no chão uma associação judaica no centro de Buenos Aires. Anos depois, integrantes da rede Al Qaeda assumiram a autoria da ação, confirmando o temor em torno da suposta presença de radicais muçulmanos na tríplice fronteira com Brasil e Paraguai.

Violento prelúdio
26 de fevereiro de 1993, Nova York (EUA)

• Mortos: 6 pessoas
• Feridos: cerca de 1.000 pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos liderados por Ramzi Ahmed Yousef, ligado à rede Al Qaeda

• A explosão de um furgão recheado com meia tonelada de bombas matou e feriu americanos, causou 300 milhões de dólares em prejuízos e serviu de prelúdio para o maior ataque terrorista da História, em 2001. Foi a primeira grande ação dos radicais islâmicos no país mais rico e poderoso do mundo.



Explosão no ar
21 de dezembro de 1988, Lockerbie (Escócia)

• Mortos: 259 pessoas
• Culpados: extremistas da Líbia

• Uma bomba instalada num avião da empresa americana Pan Am no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, pulverizou o jumbo que fazia o vôo 103. Os moradores da cidadezinha de Lockerbie despertaram com uma bola de fogo no ar e corpos queimados nos quintais. A Líbia só admitiu sua culpa anos depois.


Caminhão-bomba em Beirute
18 de abril de 1983, Beirute (Líbano)

 Mortos: 63 inocentes e um terrorista
• Feridos: 120 pessoas
• Culpados: radicais muçulmanos da Jihad Islâmica

• Entre as vítimas da explosão na embaixada dos Estados Unidos no Líbano estava um diretor da CIA, a agência de inteligência americana. O prédio ficou destroçado - assim como as já tensas relações entre Washington e Beirute. A Jihad Islâmica assumiu - com orgulho e festa - a autoria da ação.


Morte à queima-roupa no Cairo
6 de outubro de 1981, Cairo (Egito)

• Mortos: 7 inocentes e um terrorista
• Feridos: 40 pessoas
• Culpados: soldados egípcios ligados à seita Takfir Wal-Hajira

• O presidente Anuar Sadat ordenou uma operação arrastaão contra as facções radicais em seu país. Foi metralhado a queima-roupa num desfile militar, ao lado de ministros e diplomatas. A revolta dos radicais egípcios chocou o mundo e reacendeu o barril de petróleo e pólvora do Oriente Médio


Cerco à Grande Mesquita
20 de novembro de 1979, Meca (Arábia Saudita)

• Mortos: cerca de 250 pessoas entre inocentes e terroristas
• Feridos: cerca de 600 pessoas entre inocentes e terroristas
• Culpados: fundamentalistas muçulmanos de oposição ao governo

• O principal ponto de peregrinação dos muçulmanos foi palco de um dramático impasse. Cerca de 200 terroristas tomaram a Grande Mesquita. Os fiéis se transformaram em reféns. Forças de segurança da França e Arábia Saudita invadiram e retomaram o templo de Meca numa longa e sangrenta batalha.


Os fantasmas europeus
20 de dezembro de 1973, Madri (Espanha)
16 de março de 1978, Roma (Itália)
• Mortos: 7 pessoas
• Culpados: marxistas-leninistas das Brigadas Vermelhas e separatistas bascos do ETA

• Os dois ataques não têm ligação entre si, mas causaram impactos similares: dois líderes políticos assassinados (o primeiro-ministro espanhol Carrero Blanco e o ex-primeiro-ministro Aldo Moro), os países sob pânico e a escalada da violência nas lutas políticas das Brigadas Vermelhas e do ETA.


O fim do sonho olímpico
5 de setembro de 1972, Munique (Alemanha)

• Mortos: 11 inocentes, 5 terroristas e um policial
• Culpados: palestinos da facção Setembro Negro

• A maior tragédia da história das Olimpíadas e o maior atentado em defesa da causa palestina. Com onze atletas israelenses seqüestrados e massacrados pelos terroristas do Setembro Negro dentro da vila olímpica e no fracassado resgate alemão, o banho de sangue de Munique foi um trauma mundial.


Sexta-feira Sangrenta
21 de julho de 1972, Belfast (Irlanda do Norte)

• Mortos: 11 pessoas
• Feridos: 130 pessoas
• Culpados: braço armado do Exército Republicano Irlandês (IRA)

• A mais famosa ação terrorista do braço armado do IRA, o principal grupo radical do Ocidente. As dez bombas e oito carros-bomba detonados quase simultaneamente em Belfast revelavam um objetivo claro: obter conquistas políticas apostando no caos. Trinta anos depois, o IRA pediu desculpas.
CRONOGRAMA DA MATANÇA
1970, Uruguai


 diplomata dos EUA seqüestrado e morto pelo grupo Tupamaros
1972, Irlanda do Norte
 onze pessoas mortas e 130 feridas por bomba do IRA
1972, Alemanha
 nove israelenses seqüestrados por terroristas palestinos do Setembro Negro
1973, Espanha
 primeiro-ministro Carrero Blanco morto por bomba do ETA
1975, EUA
 quatro americanos mortos e 60 feridos por nacionalistas de Porto Rico
1976, Uganda
 avião com 258 passageiros seqüestrado pela Frente Popular para a Libertação da Palestina
1976, Chile
 dissidente político Orlando Letelier morto por bomba; governo militar é acusado
1978, Itália
 primeiro-ministro Aldo Moro seqüestrado e morto pela Brigada Vermelha
1979, Irã
 seqüestro de 66 diplomatas americanos por radicais muçulmanos
1979, Arábia Saudita
 cerca de 250 mortos e 600 feridos depois de tomada de mesquita em Meca por radicais muçulmanos

1980, Itália
• 84 mortos em estação de Bolonha, reduto do comunismo, por grupo neofascista
1981, Egito
• presidente Anwar Sadat morto durante parada militar pelo grupo Takfir Wal-Hajira
1981, El Salvador
• três freiras americanas e um missionário mortos por radicais de direita
1982, Líbano
• primeiro-ministro Bashir Gemayel morto por bomba; radicais muçulmanos são acusados
1983, Líbano
• 63 pessoas mortas e 120 feridas em ataque suicida contra embaixada dos EUA pela Jihad Islâmica
1983, Myanmar
• 21 sul-coreanos mortos e 48 feridos por radicais norte-coreanos
1983, Líbano
• 242 americanos e 58 franceses mortos em dois ataques suicidas simultâneos da Jihad Islâmica
1983, Grécia
• integrante da Marinha dos EUA morto pelo grupo 17 de Novembro
1984, Espanha
• 18 soldados americanos mortos e 83 pessoas feridas por bomba do Hezbolá
1984, Índia
• cerca de 100 pessoas mortas em confronto entre polícia e terroristas sikh
1985, Itália
• integrante da Marinha dos EUA morto e 145 passageiros seqüestrados em avião da TWA pelo Hezbolá
1985, Índia
• 329 pessoas mortas em explosão de avião da Air Índia por terroristas sikh
1985, Líbano
• um morto em avião americano seqüestrado por muçulmanos xiitas de Beirute
1985, Itália
• um americano morto e mais de 700 pessoas seqüestradas no navio Achille Lauro pelo grupo Abu Nidal
1986, Grécia
• 4 civis americanos mortos por bomba de terroristas palestinos
1986, Alemanha
• 2 soldados americanos mortos e 79 feridos por bomba de terroristas líbios
1986, Coréia do Sul
• 5 pessoas mortas e 29 feridas por bomba de radicais norte-coreanos
1987, Coréia do Sul
• avião da Korean Air destruído por bomba de radicais norte-coreanos
1988, Escócia
• 259 pessoas mortas em avião da Pan Am por bomba de terroristas líbios

1989, Alemanha
• presidente do Deusche Bank Alfred Herrhausen morto pelo Exército Vermelho

1990, Peru
 embaixada americana bombardeada pelo Movimento Revolucionário Tupac Amaru
1992, Argentina
 29 mortos e 242 feridos na embaixada de Israel por bomba do Hezbolá
1993, EUA
 seis pessoas mortas e 1.000 feridas no World Trade Center por bomba de radicais muçulmanos
1994, Israel
 29 muçulmanos mortos e 150 feridos em mesquita por judeu e americano de extrema-direita
1994, Argentina
 96 mortos em associação judaica no centro de Buenos Aires por camicase em carro-bomba; Hezbolá é acusado
1995, Japão
 12 pessoas mortas e 5.700 feridas no metrô de Tóquio por gás sarin da seita Aum Shinrikyo
1995, EUA
 166 mortos em prédio do governo federal em Oklahoma por bomba de radicais americanos
1995, Caxemira
 um estrangeiro degolado e cinco seqüestrados pelo grupo separatista Al-Faran
1995, Israel
 6 mortos e mais de 100 feridos em ônibus em Jerusalém por bomba do Hamas
1995, Arábia Saudita
 mais de 40 mortos em Riad por bomba do Movimento Islâmico da Mudança
1995, Paquistão
 16 mortos e 60 feridos na embaixada do Egito por radicais muçulmanos
1996, Colômbia
 um americano seqüestrado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc)
1996, Sri Lanka
 90 pessoas mortas e mais de 1.400 feridas por bomba do Tigres da Libertação de Tamil Eelam
1996, Inglaterra
 duas pessoas mortas e mais de 100 feridas por bomba do IRA
1996, Israel
 26 pessoas mortas e 80 feridas em bomba do Hamas
1996, Israel
 20 pessoas mortas e 75 feridas em bomba da Jihad Islâmica Palestina
1996, Arábia Saudita
 19 americanos mortos e 515 pessoas feridas nas torres Khobar por bomba de radicais muçulmanos
1996, Iraque
 5 estrangeiros e 2 iraquianos seqüestrados pela União Patriótica do Curdistão
1996, Rússia
 cônsul da Coréia do Sul em Vladivostok morto; radicais da Coréia do Norte são acusados
1996, França
 2 estrangeiros e 2 franceses mortos e 86 pessoas feridas em metrô de Paris por bomba; radicais da Argélia são acusados
1996, Peru
 centenas de diplomatas e estrangeiros seqüestrados em festa na embaixada do Japão por membros do Movimento Revolucionário Tupac Amaru
1997, EUA
 um dinamarquês morto e 5 estrangeiros feridos no Empire State Building por atirador palestino
1997, Israel
 8 pessoas mortas e 200 feridas em shopping por três ataques suicidas de palestinos
1997, Egito
 58 estrangeiros mortos e 26 feridos em Luxor por atiradores do Al-Gama'at al-Islamiyya
1998, Colômbia
 3 mortos, 14 feridos e pelo menos 28 seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc)
1998, Quênia e Tanzânia
 291 mortos e mais de 5.000 feridos na embaixada dos EUA em Nairóbi e 10 mortos e 77 feridos na embaixada dos EUA em Dar es Salaam por bombas da rede Al Qaeda

1998, Irlanda do Norte
 29 pessoas mortas e 330 feridos em shopping por bomba do IRA
1998, Colômbia
 71 pessoas mortas e pelo menos 100 feridas por bomba do Exército de Libertação Nacional (ELN)2000, Sierra Leone
• 5 soldados da ONU mortos e mais de 300 pessoas seqüestradas pela Frente Revolucionária Unida
2000, Grécia
• funcionário do Departamento de Defesa da Inglaterra morto em emboscada do grupo 17 de novembro
2000, Iêmen
• 17 marinheiros americanos mortos e 39 feridos no contratorpedeiro USS Cole por bomba da rede Al Qaeda
2001, Espanha
• 2 policiais mortos em Hernani por bomba do ETA
2001, Israel
• uma pessoa morta e 60 feridas em ponto de ônibus em atentado suicida do Hamas
2001, Israel
• 140 vítimas entre mortos e feridos em boate de Tel Aviv por bomba do Hamas
2001, Israel 
• 15 pessoas mortas e mais de 90 feridas em pizzaria de Jerusalém por bomba do Hamas
2001, EUA
• mais de 3.000 pessoas mortas em quatro aviões comerciais seqüestrados e destruídos, nas torres do World Trade Center, em Nova York, e no Pentágono, em Washington, por 19 integrantes da rede Al Qaeda
2002, Índia
• 5 policiais mortos e 18 feridos em centro cultural americano por radicais muçulmanos
2002, Israel
• 19 pessoas mortas e 130 feridas por bomba de radicais muçulmanos

2002, Paquistão
• 14 pessoas mortas e mais de 20 feridos em ônibus por ataque suicida de radicais muçulmanos
2002, Rússia
• 35 pessoas mortas em desfile militar por bomba de separatistas chechenos
2002, Israel
• 17 pessoas mortas em atentado suicida da Jihad Islâmica
2002, Paquistão
• 11 pessoas mortas e pelo menos 40 feridas no consulado dos EUA em Karachi por bomba de radicais muçulmanos
2002, Argélia
• 35 pessoas mortas e 80 feridas em mercado por bomba de radicais muçulmanos
2002, Israel
• 8 pessoas mortas e 20 feridas por atiradores das Brigadas dos Mártires Al Aqsa
2002, Israel
• 7 pessoas mortas e 45 feridas em universidade em Jerusalém por atentado suicida do Hamas
2002, Israel
• 9 pessoas mortas e 50 feridas em ônibus por bomba do Hamas

2002, Filipinas
• 2 pessoas seqüestradas e degoladas pelo grupo Abu Sayyaf
2002, Afeganistão
• 15 pessoas mortas por bomba em Cabul e presidente Hamid Karzai alvo de tentativa de assassinato por rebeldes muçulmanos
2002, Israel
• 5 pessoas mortas e 49 feridas em ônibus em Tel Aviv por bomba da Jihad Islâmica
2002, Indonésia
• mais de 200 pessoas mortas e 300 feridas em boate de Bali por bombas da rede Al Qaeda
2002, Filipinas
• 6 pessoas mortas e 150 feridas em centro comercial por bomba do grupo Jemaah Islamiah

2002, Filipinas
• 3 pessoas mortas e 20 feridas em ônibus por bomba do grupo Abu Sayyaf
2002, Colômbia
• 2 pessoas mortas e 40 feridas em estacionamento por bomba das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc)
2002, Rússia
• 168 pessoas mortas depois de invasão e seqüestro em teatro de Moscou por separatistas chechenos
2002, Israel
• 3 pessoas mortas e 32 feridas em shopping por atentado suicida da Jihad Islâmica
2002, Israel
• 11 pessoas mortas e 50 feridas em ônibus de Jerusalém por atentado suicida do Hamas
2002, Quênia
• 15 pessoas mortas em hotel por bomba da Al Qaeda; quase ao mesmo tempo, um avião com 261 passageiros foi atacado por um míssil mas não foi danificado
2002, Jordânia
• diplomata americano Laurence Foley morto em Amã por integrantes da rede Al Qaeda
2002, Iêmen
• 3 médicos americanos mortos e um ferido em hospital cristão por tiros de radicais muçulmanos


FONTE REVISTA VEJA 

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