domingo, 25 de agosto de 2013

CIVILIZAÇÕES.

Você pensa que a nossa espécie é evoluída? Nós temos carros, aviões, Colisor de hadrons e tudo mais, mas o que  isso diz sobre a nossa atual etapa evolutiva se compararmos com aquilo que podemos alcançar futuramente? A Ciência vem especulando a possibilidade da existência de civilizações extraterrestes que podem existir no Universo e como elas seriam. Descubra o tipos de espécies que podem haver por esse universo a fora:
A ESCALA DE KARDASHEV





Essa é a visão mais respeitada pela Ciência sobre esse tema é a Escala de Kardashev.


A Escala de Kardashev é um método proposto pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev para medir o grau de desenvolvimento tecnológico de uma civilização. Foi apresentado originalmente em1964 e utiliza-se de três etapas ou tipos, classificando as civilizações baseado na quantidade de energia coletada, utilizada e processada e seu aumento em escala logarítmica.


As três etapas de Kardashev são:
Tipo I – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de um planeta, aproximadamente 1016 W. A significação real dessa classificação é muito efêmera; a Terraespecificamente tem uma capacidade energética de aproximadamente 1.74×1017 W. A definição original de Kardashev era de 4×1012 W. (Kardashev definiu o Tipo I como “um nível tecnológico próximo ao nível alcançado atualmente na Terra”, “atualmente” significando 1964). Um planeta tipo I se trataria de uma ecumenópole.
Tipo II – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma estrela, aproximadamente 3.86×1026 W. A definição original de Kardashev era de 4×1026 W.
Tipo III – Uma civilização capaz de aproveitar toda a energia potencial de uma galáxia, aproximadamente 1036 W. Esta classificação é muito efêmera, já que as galáxias variam enormemente em tamanho, formato e calor emitido. A definição original de Kardashev era de 4×1037 W.


Todas essas civilizações são puramente hipotéticas até o presente momento. Entretanto, a Escala de Kardashev é utilizada pelos pesquisadores do SETI, autores de ficção científica e futurologistas como uma orientação teórica.


A FÍSICA DAS CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES





Em seus últimos anos, Carl Sagan fez, em uma ocasião a seguinte pergunta: “Que significa para uma civilização ter a idade de um milhão de anos? Nós obtivemos radiotelescópios e naves espaciais há apenas umas poucas décadas; nossa civilização técnica tem apenas umas poucas centenas de anos… Uma civilização avançada de milhões de anos está muito mais longe de nós do que nós estamos de um pequeno arbusto na forma de um símio”.


Ainda que qualquer conjectura sobre tais civilizações avançadas seja só uma especulação, penso que podemos usar as leis da Física para estabelecer os limites superiores e inferiores destas civilizações.Em particular, agora que as leis no campo da Teoria Quântica, Relatividade Geral, Termodinâmica, etc., estão bastante bem estabelecidas, a Física pode impor amplos limites físicos os quais restringem os parâmetros destas civilizações.Esta pergunta não vai mais além de uma frívola especulação. Dentro de pouco, a humanidade pode sofrer um choque existencial quando a atual lista de uma dezena de planetas extra-solares do tamanho de Júpiter cresça a centenas de planetas do tamanho da Terra, gêmeos quase idênticos de nosso lugar celeste.Estamos iniciando o uso de uma nova classe de telescópio, O telescópio espacial de interferometria, o qual usa a interferência de os raios de luz para amplificar O poder de resolução de os telescópios.Por exemplo, a Missão de Interferometria Espacial (Space Interferometry Mission o SIM) consta de múltiplos telescópios situados ao largo de uma estrutura de 10 metros. Com uma resolução sem precedentes aproximando-se do limite físico da óptica. O SIM é tão sensível que quase desafia a imaginação: orbitando a Terra, pode detectar o movimento de uma lanterna agitada por um astronauta em Marte!O SIM, ademais, pavimentará o caminho para o Buscador de Planetas Terrestres (Terrestrial Planet Finder), que deverá identificar ainda mais planetas similares a Terra. Este poderá analisar as 1.000 estrelas mais brilhantes em um raio de 50 anos luz desde Terra e se centrará nos 50 a 100 sistemas planetários mais brilhantes.Tudo isto estimulará um esforço ativo em determinar se algum deles pode albergar vida, talvez alguns com civilizações mais avançadas que a nossa.Ainda que seja impossível predizer as características exatas de tais civilizações avançadas, podemos analisar seus limites usando as leis da Física. Não importa quantos milhões de anos nos separem deles, eles devem obedecer também às leis “de ferro” da Física, as quais estão já o bastante avançadas para explicar muito, desde as partículas subatômicas até a estrutura em enorme escala do Universo.


A Física das civilizações de Tipo I, II, e IIIEm concreto, podemos classificar as civilizações por seu consumo de energia, usando os seguintes princípios:


1) As leis da termodinâmica: inclusive uma civilização avançada está limitada pelas leis da termodinâmica, especialmente pela Segunda Lei, e pode, portanto ser classificada pela energia de que dispõe.


2) As leis da matéria estável: a matéria bariônica (baseada em prótons e nêutrons) tende a reunir-se em três grandes agrupamentos: planetas, estrelas e galáxias. Isto está bem definido pelo produto da evolução galáctica e estrelar, fusão termonuclear, etc.


3) As leis da evolução planetária: qualquer civilização avançada deve incrementar seu consumo de energia mais rapidamente que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida (por exemplo, impactos de meteoritos, glaciações, supernovas, etc.). Se crescem mais lentamente, estão condenados à extinção. Isto marca O limite inferior para a taxa de crescimento de estas civilizações.


Em um artigo original publicado em 1964 no Journal of Soviet Astronomy, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem estar agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II, e III, as quais chegaram a dominar as formas de energia planetária, estrelar e galáctica, respectivamente. Kardashev calculou que o consumo de energia destes três tipos de civilização estariam separados por um fator de muitos milhares de milhões. Porem, que tempo levará alcançar a situação de Tipo II e III?.


O astrônomo de Berkeley Don Goldsmith nos recorda que a Terra recebe ao redor de uma bilionésima parte da energia do Sol, e que os humanos utilizam só uma milionésima parte desta. De modo que consumimos ao redor de uma trilhonésima parte da energia total do Sol. Na atualidade, a produção energética total de nosso planeta é aproximadamente de 10 trilhões de ergs por segundo. Porém nosso crescimento energético aumenta de forma exponencial, e, portanto podemos calcular quanto nos levaria alcançar a situação de Tipo II ou III.


Goldsmith disse: “Veja quão longe chegamos no uso da energia uma vez que compreendemos como manipular, como obter combustíveis fósseis e como criar energia elétrica a partir da força da água, e assim sucessivamente; temos aumentado nosso uso de energia em uma quantidade extraordinária em apenas um par de séculos comparado com os milhares de milhões de anos de existência de nosso planeta… e da mesma forma poderia isto se aplicar a outras civilizações”.


O físico Freeman Dyson estima que, em um prazo não maior do que 200 anos, deveríamos alcançar plenamente a situação de Tipo I. Deste modo, crescendo a uma modesta taxa de 1% por ano, Kardashev estimou que levaríamos 3.200 anos para alcançar a situação de Tipo II, e 5.800 anos a situação de Tipo III.


Por exemplo, uma civilização de Tipo I é plenamente planetária, dominou a maioria de formas de energia de seu planeta. Sua produção de energia pode estar em ordem de milhares de milhões de vezes a produção atual de nosso planeta. Mark Twain disse uma vez: ”Todo mundo se queixa do clima, porém ninguém faz nada para mudá-lo“. Isto poderia mudar com uma civilização de Tipo I, a qual tenha suficiente energia para modificar o clima. Também teriam suficiente energia para alterar o rumo de terremotos, vulcões, e construir cidades nos oceanos.


Atualmente, nossa produção de energia nos qualifica para o estado de transição do Tipo 0 para a consolidação do Tipo I. Derivamos nossa energia não do aproveitamento de forças globais, mas da combustão de plantas mortas (por exemplo, petróleo e carbono). Porém, já podemos ver as sementes de uma civilização de Tipo I. Vemos o começo de uma linguagem planetária (Inglês), um sistema de comunicação planetário (Internet), uma economia planetária (a força da União Européia, por exemplo), e inclusive os começos de uma cultura planetária (meios de comunicação, TV, música rock, e cinema).


Por definição, uma civilização avançada deve crescer mais rápido que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida. Como o impacto de um grande meteorito ou cometa tem lugar uma vez a cada poucos milhares de anos, uma civilização de Tipo I deve dominar aviagem espacial para desviar os escombros em um lapso de tempo que elimine o problema. As glaciações têm lugar em uma escala temporal de dezenas de milhares de anos: então civilização de Tipo I deve aprender a modificar o clima dentro deste marco temporal.



CIVILIZAÇÕES DO TIPO IV






Ok, até agora você viu espécies muito evoluídas e todas essas teorias da evolução…. mas não viu o caso mais interessante de todos: as civilizações Tipo IV. Em seu trabalho de revisão Zoltan Galantai propôs um novo tipo de civilização que simplesmente perturbou os cientistas e todos os entusiastas do assunto. A civilização Tipo IV, que segundo a Ciência é impossível existir, teria um poder tecnológico tão gigantescos que poderiam controlar toda a energia do Universo. Não apenas isso, eles poderiam ser os próprios criadores do Universo.


Os seres de uma civilização Tipo IV é o mais próximo que uma civilização poderia chegar da nossa visão de “deuses”. Acredita-se que teriam milhões de anos de existência e um nível tecnologico tão alto que é muito provável que alcançaram o topo do escala evolutiva se transformados em seres perfeitos, capazes de criar a partir de suas vontades. Seriam oniscientes, imortais, atemporais e onipresentes.


“Mas afinal das contas, se eles já atingiram esse patamar, por que não dominam todo o universo?”A resposta mais próvavel para essa questão é que eles não tenham interesse algum nisso. Não dá para saber em que eles se interessariam, porém, imaginasse que nesse patamar evolutivo, o único objetivo seria “criar”. Desse modo, seriam esses seres “engenheiros universais”.


Outros estudiosos supõem que talvez não seja essa a explicação. Pode ser que seres do Tipo IV não façam absolutamente nada, apenas desfrutem da sua perfeição pela eternidade. Há ainda aqueles que falam que o próposito deles seria observar civilizações de menor grau evolutivos e ajudá-los à alcançar a perfeição na escala evolutiva.


Religião e Gnose





O conceito de Deus cristão e um ser da Civilização de tipo IV tem uma semelhança absurda e certamente por isso que uma das vertentes da Gnose, que estuda esses seres, tenha difundidos ambos.


Para essa vertente, o Deus cristão seria um ser de uma civilização Tipo IV, responsável por criar esse Universo. Após a criação, teria iniciado o processo evolutivo, transformando civilizações T0 em T4. Mas essa conversão não seria fácil e teria sido observado que nesse universo, com essa configuração e estrutura, apenas espécies que optaram por um caminho pacífico atingiram o nível IV.


Lucifer seria um dos primeiros contatos por Ele. Lucifer era o líder de uma civilização T3 que já teria feito de tudo para descobrir se existia ou não, uma civilização t4. Essa civilização haveria descoberto como contatar esse Ser, responsável pelo nosso universo. O contato seria um sucesso se não fosse a ambição de Lúcifer em obter o poder ilimitado do Ser. Desde de então, é travada uma Guerra, entre a civilização de Lúcifer e civilizações T3 próximas à t4. Lúcifer, o opositor rancoroso, não admitiria que o poder dos T-IV fosse disseminado pelo Universo, então criava guerras e ocasionaria o mal com o próposito de frear a evolução de civilizações.


Quando uma espécie potencialmente inteligente apareceu no nosso planeta chamando a atenção do Deus, Lúcifer teria visto a oportunidade de trazê-la para o seu lado. Haveria aí iniciado o confronto na Terra, que nada mais era do que parte de um confronto universal, entre civilizações T3 que optaram por seguir Lúcifer e suas filosofia maléfica e T3 que estariam próximos aos T4 mas que são estagnados pela eterna batalha.


E você, o que acha disso tudo?
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